Will — Will? A voz de Anna é um eco. Soa pela casa e chega a mim como um chamado abafado devido a distância. — No terceiro andar. — Eu falo, em um tom de voz mãos alto para que ela me ouça. Eu vim aqui, nesse quarto onde já me senti muito rebaixado, para pensar. Eu nunca mais entrei aqui, desde que Anna chegou para ser mais sincero, e é quase como se fosse um cômodo fantasma, abandonado. — Aí está você. Te procurei pela casa inteira. — Ela fica ao meu lado. As mãos segurando meu braço. — O que faz aqui? — Eu acho que está na hora de me livrar desse lugar. Dessa casa. — Me viro para ela a envolvendo em meus braços. — Eu não me vejo mais aqui, sabe? — Como assim? — Quem eu era, nesse quarto, dentro dessas paredes, não existe mais. — É ridículo, eu sei, mas vir para esse quarto

