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844 Palavras

Priscila Chego bastante exausta do meu trabalho. Tomo um banho quente, visto o meu baby doll e deito na cama esperando a coragem pra fazer alguma coisa pra comer. Escuto a campainha tocar e me dou por vencida depois de tanta insistência. — Já vai, c*****o — grito e abro a porta — Já é tarde, Caio — reclamo. — Boa noite, Caio. Quais são as novidades? — Conseguiu um teste qualquer pra atuar em chapéuzinho vermelho — falo óbvia. — Quase, Beltrão — entra no meu apartamento — Consegui um teste em os três porquinhos. — Você vai fazer um ótimo papel sendo um porco. De preferência sendo o que construiu a casinha de palha, parece bastante com você — falo seguindo ele até a cozinha. — O porco não é bonito — me olha. — Falei de burrice mesmo. — Isso é uma ofensa — coloca a mão no peito. —

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