VITÓRIA VI as portas fecharem a minha frente e então meu corpo escorregou pela parede fria de aço. Chorei sem me importar com p***a nenhuma porque estava doendo. Doendo pra caramba. Porque ele não falou? Porque ainda assim ele me comeu corroendo em culpa, mas não falou? Eu não entendo. Eu realmente não entendo. Me sinto tonta e com dificuldade de respirar, meu nariz entupido não ajuda em muita coisa. O elevador para e eu não demoro muito a sair, não quero ficar nem um segundo a mais nesse lugar. Estou sufocada. “Eu sugiro que não dirija a palavra a mim! E não ouse me chamar dessa maneira... Nunca mais!” Conforme ando pela rua imagens de quando nos reencontramos tomam a minha mente para fazer tudo ficar ainda mais doloroso de uma forma bem fodida. “Confesso que fiquei bastante surpr

