LUÍZA Depois de t*****r a noite toda com o Nando, eu simplesmente apaguei e acordei no dia seguinte toda dolorida, ardida, mas sem um pingo de arrependimento. Nas duas primeiras vezes, a gente usou camisinha, mas depois disso, já nem lembrava mais. O Nando, claro, aproveitou. Gozou no cuzinho, na b*******a, e eu acordei pastosa nas partes íntimas, com o cheiro dele impregnado em mim. Eu ri sozinha, lembrando da noite, quando ele abriu os olhos de vagar, me olhando com aquele sorriso maroto. — Bom dia, gatinha. Me diz, como é ser mulher de bandido? Acordar assim, toda g****a? — ele perguntou, com um tom de voz que me fez rir sem graça. — É bom demais, mas precisamos de um banho, Nando. Eu principalmente — eu respondi, apontando pro seio que tava com p***a seca, contrastando com a

