Ragnar estava a observando, se aproximou com dó — Você tem todo o direito de ficar triste. — É perfeitamente normal, afinal, ele era o seu pai. Ela o olhou cética — O que você sabe sobre perder alguém? — Ou ter um fardo, uma responsabilidade, de algo que não é sua obrigação? Encostou no balcão, cabisbaixa, com as mãos cobrindo o rosto, ele se aproximou, encostou ao lado, pensando se deveria ou não a acariciar — Não tenho ninguém no mundo, desde antes de você nascer e ainda estou aqui. — Você tem uma vida toda pela frente, vocês tem um ao outro. Ela levantou a cabeça, emotiva — E veja só, o que aprendeu com isso. — A ser um grande egoísta manipulador. Foi saindo no quintal, chamou o irmão para conversar, sentaram no gramado mesmo, ela deu a notícia, perguntou como ele se sen

