Capítulo 68

1781 Palavras

Pardal Quando me colocaram naquele camburão, não pensei em mim, nem mesmo no que poderia acontecer comigo, ou na dor que estava sentindo na perna, devido à bala que, possivelmente, estava instalada e tava doendo pra caralhö, mas, mesmo diante disso, eu só conseguia pensar em três pessoas: minha coroa, minha mandada e minha cria. Chegamos na delegacia e o paü no cü do policial veio com um risinho, como se estivesse cantando vitória, para me tirar dali, literalmente, me puxando e me fazendo arrastar a perna no chão do camburão. Naquele momento, tive certeza de que, caso a bala não tivesse penetrado minha pele antes, agora isso tinha acontecido. Sabia que o cü azul fez aquilo de propósito, então, mesmo com muita dor, reprimi o gemido, comprimindo meus lábios, não dando a ele o gostinho de

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