Malu Dias depois… — Já vai sair? — lhe pergunto, ao abrir os olhos, pela manhã. — Tenho que colar lá na boca, os cü azul tão ameaçando invadir e já deram voz aos menor. — responde, colocando a glock na cintura e fumando um cigarro de maconha entre os dedos. Ele só costuma fazer isso quando está nervoso. — Não vai assim, Samuel, pelo amor de Deus! — sento na cama, suplicando, sentindo um aperto no peito — É perigoso. — Se liga, mina, nunca fui de me esconder e não vai ser agora que vou passar a fazer isso. Meu negócio é dar a cara pra bater, sacô? Tentei fazer um trato com eles, mas com aqueles paü no cü não tem conversinha, é molhar a mão ou invadir mermo. Esses tempos, nós não pôde ir pro asfalto resolver essa parada, porque tenho problemas maiores agora com a investigação do corpo

