É como se (o que vou dizer é louco, mas aí vai), como se a música em um passe de mágica comseguisse penetrar meu corpo, até a alma e me domar. É uma das coisas que me faz esquecer de tudo, para além de brincar com fogo um pouquinho. Danço durante um bom tempo, até que decido mergulhar, naquela água que estava gostosa. Bryan Miller. Cheguei a casa, ainda chateado pela briga sem lógica que eu tive com a Kimaya, eu já não entendo o porquê de brigarmos tanto sem motivos, e claramente ela não tem razão. A Dina...Dilma...Daina qualquer que seja o nome dela, veio me receber a porta. Por algum motivo gosto dela. - Senhor deseja que eu sirva o jantar agora?- diz e eu não à entendo- é que a senhorita Kimaya ainda não voltou.- ela diz. - Eu a espero.- digo, ela assente e eu subo as escadas.

