Dose Gosto da Vingança

756 Palavras
Oi Gente me desculpem a demora ok e obrigada por continuarem esperando. Eu não desisti e nem vou é só terem paciência comigo. É pequeno mais é de coração. ************* Em algum lugar de Manhattan Narrador Tudo saía como o planejado, recebia meu dinheiro enquanto dava pistas da história das ratinhas fugitivas, e isso tudo no sigilo, não podia dar sopa sobre a minha identidade se não iria acabar caindo em cana. Enquanto eu puder tirar dinheiro dos pobres pais desesperados -risos de sarcasmo- eu tirarei. - os olhos que observavam a rua estavam escondidos na penumbra da noite, raramente piscavam, enquanto que com uma mão segurava seu pequeno gato peludo e com a outra o acariciava, maquinando em sua mente qual seria a próxima carta que enviaria aos pais de Emma. Na sala atrás de si, era possível ver pequenos varais de cordão improvisados com várias fotos penduradas, uma pequena confusão. Algumas fotos de Regina, outras de Emma e estranhamente, alguns papéis rasgados de jornais, que continham imagens em preto e branco, vários textos e o mais estranho de tudo, com um grande título em letras maiúsculas, difícil de ler no escuro. Ao olhar desatento de uma pessoa, essas coisas não faziam sentido algum, mas para quem as tinha tramado, era como uma mina de ouro e em sua boca, o sabor da doce vingança. O plano estava sendo tramado a tempos, na verdade assim que algumas coisas vieram à tona em sua vida, num momento talvez onde se viu rejeitada ou abandonada, deixada de lado e perdido a vida boa que levava. Isso não era nada bom, mas aos poucos conseguiria de volta tudo que perdeu ou quase tudo. Desistir não era uma palavra que existia em seu vocabulário, mas o PODER sim, disso aquela alma amarga gostava e saboreava com gosto, principalmente quando sua vingança começava a surtir efeitos. m*l esperava para ver tudo terminado e sua vida boa restaurada. Sua cabeça fervilhava com tantos pensamentos, mas precisava manter o foco. – Tom, você ainda vai ter a melhor vida que eu possa te oferecer – falou alisando o pelo do felino, o mesmo ronronou em seu colo como se entendesse o que saía dos seus lábios, os olhos redondos e verdes lhe olharam brilhando em meio a penumbra. Era difícil para ela aceitar que não havia conquistado o amor e nem ganho o coração daquela da qual se dedicou desde o primeiro segundo em que conheceu. Sonhava todas as noites com aqueles olhos negros e aquele sorriso de lábios grossos direcionados si, era extremamente difícil aceitar o rompimento e o motivo que levou para tal. O sofrimento que sentia nas primeiras semanas, pouco a pouco foi se transformando em raiva até ela chegar naquele ponto. Foi difícil montar todo o seu plano, mas finalmente ela havia conseguido e enfim ele estava tomando forma. Suspirando, se abaixou e deixou sua pequena bolinha de pêlos sair andando pelo cômodo enquanto ela voltou a sua pequena escrivaninha, se preparando para escrever a próxima carta. Enquanto desenhava cada letra naquela folha de papel em branco, lembranças invadiam-lhe a mente, fazendo com que nas beiradas de seus olhos, lágrimas se acumulassem, não conseguindo segurá-las por muito tempo. Após terminar de escrever a carta, passou a mão pelos seus cabelos que no escuro não dava para identificar qual a coloração e fez um coque, após isso deu um suspiro e disse: - Se não for eu, não será mais ninguém. **************** Do outro lado da cidade Narrador Depois de conversar com Cora, Granny se preparava para ir ao local onde tudo aconteceu, onde ambas as almas se conheceram pela primeira vez. E, diferente da pessoa amargurada que queria apenas ver o m*l de Regina e Emma, Granny queria que tudo isso se resolvesse para que assim as duas pudessem viver bem e felizes. Ela sabia que aquilo tudo não seria fácil, que a vida não seria fácil. Porém tinha esperança das coisas melhorarem. O destino de Regina e Emma já estavam traçados muito antes daquela época, e mesmo que não fosse nesta vida seria em outra e em outra se fosse necessário, mas elas sempre se reencontrariam, pois era isso que Almas gêmeas fazem. Trazer uma história à tona depois de décadas seria complicado, mas ela acreditava que daria certo. E rezava aos espíritos e aos Deuses para que ajudassem aquelas almas, aquelas famílias. E com esses pensamentos Granny partiu rumo a sua missão. ************ Hj é só, nos vemos no próximo cpt assim que possível. Bjs bjs
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