"Sr e Sra Swan, estimo que estejam aflitos com meu último bilhete, e era exatamente isso o que eu queria. Estimo também que estão sem rumo e sem saber por onde começar. Pois vejam que notícia boa, eu estou disposto(a) a lhes ajudar a encontrá-la. Nos próximos bilhetes, vocês receberão pistas QUENTES de onde está o paradeiro dela, porém, terão que prestar atenção nas entrelinhas....
De: Não interessa.
Para: Sr e Sra Swan"
Ps: fonte segura.
Ps: vamos acertar valores pelas informações.
David acabou de ler aquele bilhete de boca aberta, e neste momento estava olhando para sua esposa que estava já chorando. O que fazer agora, dar ouvido ao desconhecido, acionar a polícia, eles estavam realmente sem rumo como o próprio bilhete dizia. Então Mary falou..
-- David o que vamos fazer, se realmente nossa filha estiver viva eu quero encontrá-la -- falou aflita e tentando conter as lágrimas -- e porque ela faria isso, porque fingir ter morrido!?
-- Eu não sei querida, não sei, pode ser por termos colocado ela no hospital. -- David fala já confortando a esposa em um abraço -- Temos que descobrir o que realmente está acontecendo.
Ficaram ali por mais um tempo analisando aquele bilhete sem sucesso nenhum, decidiram ir dormir ou tentar, para que no outro dia agissem com a mente mais tranquila.
Um turbilhão de sentimentos pairava sobre os dois, mas sem saber quem era e o porquê daquilo tudo, eles não tinham muita opção a não ser esperar por mais pistas, se é que aquela história toda era verdade não é mesmo.
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Do outro lado de Manhattan, Henry e Cora estavam felizes pela filha ter reencontrado sua alma gêmea, mas também preocupados com o que poderia acontecer se toda essa mentira viesse à tona.
Só sabiam de uma coisa, as duas nasceram para ficarem juntas, e independente do que acontecesse elas sempre se reencontrariam. O destino delas já estavam traçados. E nada nem ninguém poderiam mudar isso.
Os dois estavam ajudando a filha nisto tudo porém indiretamente, caso algo desse errado Regina não queria que os pais se dessem m*l neste plano todo.
Nestes dias que elas estavam na ilha eles se falavam quase todo dia e mantinham as meninas informadas de tudo. Prontos para alertar se houvesse algum perigo para ambas.
Henry e Cora amavam sua filha mais que tudo e estavam dispostos a passar por qualquer coisa se fosse preciso, mesmo que Regina pedisse que não. E Cora tinha convicção que o meio espiritual também as ajudariam no que precisassem.
Eles também tinham alguns informantes apostos, inclusive um no próprio hospital psiquiátrico, era uma amiga de longas datas.
E naquele mesmo dia mais tarde o telefone de Cora tocou, era Granny sua amiga que trabalhava no hospital psiquiátrico.
-- Oi Granny, como está? Precisando de algo? -- Cora perguntou.
-- Oi Cora, estou bem sim e vocês aí? Mas não, não preciso de nada mais, sim informar uma coisa muito importante e seria -- Granny fala e Cora já fica alerta.
-- O que ouve Granny? Algo sobre as meninas? -- Cora pergunta aflita.
-- Vou direto ao ponto ok? Sim é sobre elas, os pais de Emma Swan descobriram que a filha não morreu de verdade -- Granny dá uma pausa para respirar e já retorna a fala -- Eles estão recebendo alguns bilhetes anônimos de alguém falando que sabe de tudo e de onde estão.
Do outro lado da linha Cora ficou nervosa tinha que avisar a filha e a nora que precisavam sair de onde estavam o mais rápido possível e sem deixar paradeiro algum. E sim Cora sempre teve Swan como nora mesmo não a conhecendo pessoalmente.
-- Meu Deus Granny, temos que avisar as meninas, elas precisam trocar de lugar, não vai ser tão fácil até as coisas se acalmarem -- Cora fala num fôlego só.
-- Calma minha amiga nós vamos dar um jeito nisso e tudo vai ficar como tem que ser. -- Granny tentava acalmar a amiga -- Vou ficar de olho, eles vão voltar aqui de novo para conversar com o Diretor Gold, Aí assim que eu tiver mais informações eu aviso a vocês, tudo bem?
-- Tudo bem Granny, eu confio em você e espero respostas suas, vou avisar a Henry, ficaremos atentos também. -- Cora fala um pouco mais controlada.
-- Eu sei que sim, e eu em vocês. Vou te ligar assim que tiver mais novidades eu prometo. Tenha uma boa noite e qualquer coisa me ligue também. Até mais. -- Granny fala se despedindo.
-- Pode ter certeza disso. Tenha uma boa noite também. Até breve. -- Cora fala e desliga o telefone, ela precisava contar tudo a Henry.
Após desligar foi direto até o quarto onde seu esposo estava, ele tinha acabado de sair do banho.
-- Henry, a Granny ligou, nossas meninas estão com problemas -- Cora falou de uma vez.
-- Calma querida me conta o que está acontecendo, porque elas estão com problemas? -- Perguntou preocupado.
Então Cora contou tudo que Granny havia lhe contado.
-- Temos que deixá-las informadas do ocorrido, querido, elas precisam ficar atentas e saírem da ilha que estão -- Cora fala preocupada com o que iria vir pela frente.
-- Cora nós vamos dar um jeito querida, não vai acontecer nada com elas, ok? Pelo que falou Granny está atenta a tudo e também vamos ficar. -- Henry tenta acalmar a mulher lhe puxando para um abraço e Cora libera as lágrimas que estavam presas.
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No dia seguinte Mary e David foram logo cedo ao encontro do Diretor Gold, eles tinham ligado pra ele praticamente assim que acordaram e ele havia falado para eles irem após o café da manhã que m*l foi tocado por ambos.
E assim que chegaram no hospital já foram direto para a sala do diretor que estava esperando por eles, ansioso e nervoso, afinal seu hospital estava em risco também.
-- Bom dia senhor Gold, o que vamos fazer agora, com mais esse bilhete anônimo? -- Mary soltou de uma vez
-- Bom dia Sr. e Sra. Swan, então eu quero deixar bem claro pra vocês que não sei de nada, tanto que temos a cópia da certidão de óbito e do obituário médico da Senhorita Swan como eu mostrei pra vocês da outra vez. -- Gold falou nervoso. - Mas estou disposto a ajudar vocês nisso tudo, o que vocês querem fazer? -- Ele perguntou.
-- No momento queremos apenas saber se realmente nossa menina está realmente viva. -- David fala aflito.
-- Eu entendo, mas vocês têm que saber se querem acionar a polícia, ou fazer uma nota em algum jornal, de qualquer forma a polícia vai acabar se envolvendo, isso é certo. -- Gold propõe.
-- Mas no bilhete a pessoa fala que vai nos dar dicas de onde ela está, talvez seja melhor esperar mais provas, por mais aflita que eu esteja, acho melhor esperar, não é querido!? -- Mary diz.
-- É eu também acho, sabemos que o Senhor não sabe de nada, e queremos preservar sua imagem também, então vamos com calma e esperar o próximo bilhete, temos que realmente juntar provas. -- David falou seguro.
-- Ok, então é isso que vamos fazer, contem comigo e obrigado por acreditarem em mim. Tenham um bom dia. E assim que vier o próximo bilhete vocês me liguem. -- Gold fala se despedindo.
Os Swan se despedem e saem do escritório e logo depois do hospital. E vão para sua casa esperar o próximo bilhete anônimo.
E Granny, bem ela já estava sabendo de tudo, e logo foi ligar para Cora e Henry para contar as novidades.
E creio que estão se perguntando como Granny já sabe de tudo sendo que os Sr. e Sra. Swan acabaram de sair do hospital não é mesmo, bem, tudo foi muito bem planejado e calculado, tudo tinha que dar certo mesmo eles sabendo que poderia dar algo errado. E eles tinham ajuda pesada nisso tudo. Então no mínimo tinha alguma escuta dentro do escritório do Diretor Gold.
E será que Gold era mesmo confiável, será que ele estava sendo honesto, ou apenas não queria que seu hospital fosse exposto.
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Em Palawan, Regina e Emma estavam tomando o café da manhã, tranquilas e tendo conversas aleatórias e fluviais, rindo de algumas coisas que contavam.
Quando o celular tocou, Regina viu que era sua mãe e logo atendeu.
-- Bom dia mãe, aconteceu algo? -- Mills perguntou.
-- Bom dia minha filha, sim aconteceu. Vocês precisam ficar atentas, os Swan estão recebendo bilhetes anônimos falando que Emma não está morta. Vocês precisam ir para outro lugar. E lembrem-se sem deixar rastros, não sabemos qual medida eles vão tomar, mas estamos atentos. -- Cora falou de uma só vez.
-- Calma mãe, o que eles já sabem? -- Regina olhava para Emma que estava um pouco preocupada com o tom de voz de sua amada.
Cora falou o que estava acontecendo e falou do que os Swan já sabiam.
-- Vocês precisam se preparar para saírem daí, provavelmente entre hoje e amanhã mais um bilhete anônimo irá ser entregue. -- Cora explicou -- Vão para a Ilha Pamalican, já vou preparar tudo por aqui e mais tarde ligo pra vocês novamente.
-- Tá bom mãe, vamos fazer isso, amanhã saímos daqui bem cedo. Obrigada por tudo, de um abraço no papai. Amo vocês. -- Regina falou e já foi se despedindo.
-- Tá bom minha filha, eu dou sim, outro pra você e pra Emma. Se cudem, assim que souber mais de alguma coisa eu ligarei novamente. Também amamos vocês filha. -- Cora fala e Mills desliga a chamada.
Ela respira fundo e explica tudo para a Loira que estava perdida sem entender o que estava acontecendo. E quando Regina falou tudo, Swan ficou um pouco assustada e nervosa, a morena levanta e vai até ela a abraçando e falando que tudo vai ficar bem.
Aquele dia não seria fácil, mas Regina tinha um plano para que Emma conseguisse descansar e relaxar até o dia seguinte pelo menos. Aquela noite ela faria Swan sua de corpo e alma, Mills precisava saber que Emma tinha certeza que ela não iria a abandonar, e que com ela estava segura.