Capítulo 04: Não consigo para de pensar.

1078 Palavras
Aaron Wayne Acordo um caco, não dormi droga nenhuma, tive uma noite horrível e, uma f**a pior ainda, tudo culpa daquele maldito beijo. — p***a de garota s*******o. Me levanto, tomo banho e desço direto para o meu escritório, preciso colocar algumas plantas em duas, sei que deveria está curtindo o meu sábado com o meu filho, porém não consigo, o Théo é uma criança doente, e não sei lidar direito com ele, por sorte a minha mãe está sempre presente, e ele não se sentir tão sozinho. No final das contas, o meu final de semana foi resumido em trabalho e ficar bebendo, enquanto meus pensamentos me traz de volta o beijo doce daquela estranha. ********* UM MÊS DEPOIS Um mês se passou desde o ocorrido, e ainda lembro daquela garota, mas de qualquer forma preciso esquecer o seu beijo, não sou nenhum juvenil apaixonado, para ficar lembrando de uma estranha qualquer. Termino o meu banho, me visto e desço para tomar café e como de costume a minha mãe já está há mesa, lendo o seu jornal, me aproximo dela, e lhe dou um beijo no rosto. Aaron- Bom dia, mãe! Franchesca- Bom dia, querido... Mais uma vez chegou tarde da noite, hein? Aaron- Está me investigando agora, dona Franchesca? Franchesca- Sempre... Você é meu filho, e mesmo que já esteja barbado, continuo me preocupando com você. Aaron- Então pode deixar dessa preocupação i****a comigo, mãe, como disse já sou barbado, e da minha vida cuido eu. Franchesca- Olha como fala comigo filho, não é porque você está velho que pode fala comigo desse jeito, entendeu, Aaron Johnson Wayne. Aaron- Não me chame assim, mãe, você sabe muito bem que odeio esse nome, e quero esquecer que tenho parentesco com aquele filho da p**a. Franchesca- Não fala assim, filho, mesmo que seu pai não tenha prestado, Johnson é um sobrenome bastante reconhecido e temido pela sociedade. Aaron- Nunca precisei dele para p***a alguma... Agora dá para me deixar, tomar meu café em paz, ou é pedir demais, mãe? Franchesca- Ok, filho, não irei mais atrapalhar o seu café... Me de licença, vou ver se o meu neto acordou. (Diz se levantar e indo para o quarto do Théo) Como sempre meu dia já se inicia maravilhoso, é sempre essa mesma ladainha, ela sempre tem que toca no nome daquele filho da mãe, eu nunca precisei dele para nada, e não vai ser agora que vou usa esse sobrenome. ****** Entro na empresa, cumprimento a todos e sigo direto para a minha sala, mas antes paro e pergunto a i****a da minha secretária se o Miguel já chegou, mas ela diz que não. Aaron- Então, assim que ele chegar, mande-o ir direto a minha sala, entendeu? Irene- Sim, senhor Wayne... Mais alguma coisa? Aaron- Sim, leve a minha sala, as plantas antigas do hotel Califórnia. (Falo entrando na minha sala) Irene- Sim, senhor. (***) Após terminar de examinar, as plantas do Califórnia, começo a minha reunião com o Miguel e o Evandro, mas logo somos interrompidos por uma invasão inusitada e surpreendente em minha sala, a garota da boate. Assim que seus olhos encontram-se com os meus, não consigo desviá-los um só segundo, o que a deixa incomodada. Desço meu olhar para a sua boca carnuda, seus lábios convidativos, me faz lembrar daquela noite, engulo em seco, mas tenho que me controlar o máximo, pois não posso permitir que uma simples lembrança mexa comigo. Porém, a surpresa não para por aí, o que mais me surpreso, foi saber que ela é filha do Miguel, isso é de fato curioso, porque até hoje, nunca pensei que ele tinha filha. — Será que ele sabe o tipo de filha que tem?(Me pergunto, mentalmente) Balanço minha cabeça negativamente, tentando volta a minha atenção, ao que estávamos fazendo, enquanto ela sai quase correndo da sala de reuniões. Sou início novamente de onde páramos, porém, minha concentração foi para o espaço, preciso falar com essa garota, então me levanto e vou atrás dela. Miguel- Está tudo bem, senhor Wayne? (Pergunta, assim que entro de volta a sala de reunião) Aaron- Sim... Agora, vamos continuar de onde páramos? Evandro- Sim. (Fala, e começa a fala e falar sobre o que será feito no hotel fazenda) Apesar de está olhando para o Evandro e o Miguel, não estou ouvindo nada do que eles estão falando, tudo que consigo pensar é na Zoey, e no seu gosto doce, que está tirando minha sanidade. Paro a reunião, remarcando para outro dia, e peço para que o Miguel mude algumas coisas no esboço apresentado, como o local da piscina e a quadra de tênis. O resto do meu dia, está sendo uma merda, então resolvo estava um pouco, pego minhas coisas e vou embora, mas ao invés de ir para casa, vou para o Meigs Field Tower and Terminal, é os últimos vestígios de um aeroporto à beira do lago que foi demolido, agora é usado para lutas clandestinas, lutas essas que participo para aliviar o meu estresse. Ao chega, vou direto para o vestiário improvisado, troco de roupa e entro no ringue, nessas lutas a única regras é não usar armas, de nenhum tipo, só usamos os punhos, essas competições de luta são informais, acontecem sem as devidas autorizações e são bastante violentas, elas são mais conhecidas, como UFC de rua. Faz algum tempo que participo desses torneios, até agora estou invicto, às vezes aposto em mim mesmo, mas na maioria das vezes são os outros apostadores, que apostam uma quantia até considerável. Cada luta que participo, é bem perigosa, não vou mentir, tive sorte em só sair com alguns ferimentos nada muito grave, entretanto teve outros participantes que não tiveram tanta sorte, e acabaram mortos, nunca cheguei a matar ninguém, até porque, luto para aliviar meu estresse e esquece os meus problemas, não digo o mesmo dos outros lutadores. Juiz- Dinheiro na mão... Vamos começar o show. (Grita, e as pessoas que vieram assistir, começam a aplaudir) A minha luta dá início, o meu oponente é um pouco maior, terei um pouco de dificuldade, mas nada que não posso dar conta. Levo um soco no rosto, fazendo de imediato o meu supercílio sangrar, me deixando puto, me levanto a partir para cima do desgraçado e batendo nele com tudo, descontando toda a minha raiva acumulada de semanas estressantes.
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