Bella narrando.
Eu não poderia esperar muito daquela noite, ela estava indo de m*l a pior, primeiro a discussão, depois eu bati na minha prima e agora estou aqui, trancada nesse quarto com o homem que eu tanto temi e hoje me empenho cada dia mais em conquistar. Eu era casada, mas infeliz e agora estou lutando pela minha felicidade e se ela está ligada a esse homem, eu vou lutar por nós e vou fazer com que nós dois nos apaixonamos de verdade, essa é a única saída qu eu vejo para nós.
Ele nunca tinha demonstrado sentimento algum por mim, até agora...
Ele me beijou e eu correspondi, eu permiti que ele me tocasse, permiti que ele arrancasse a minha roupa e provasse o meu sabor e nisso tudo eu só posso dizer uma coisa, que homem... ele é realmente incrível, estava sendo delicado, preocupado e bastante prestativo.
Martin tocava a minha i********e com fervor, estava me trazendo sensaões que eu nunca tinha sentido na vida e nem sabia que poderia existir dessa forma.
Eu sentia um arrepio por todo o meu corpo, era como se a minha i********e piscasse, de certa forma, e quando eu achava que poderia melhorar ainda mais, Martin parou, ele ergueu o rosto e veio até mim, sorrindo.
Eu olhava cada detalhe dele, eu nunca tinha visto ele dessa forma, nunca tinha o visto sorrir de verdade e agora ele estava se abrindo comigo, talvez seja o momento, ou eu esteja o conhecendo de verdade. O seu m****o duro pincelava a minha i********e, eu sentia aquele tamanho todo e imaginava como eu iria aguentar tudo aquilo dentro de mim.
— Está pronta? — Ele me perguntou enquanto alisava o meu rosto.
— Sim, acho que sim... — Eu sussurrei e fechei os meus olhos.
— Me avisa se quiser parar... — Ele sussurrou e então ele começou a encaixar o seu m****o na entrada da minha i********e.
Martin empurrava o seu m****o devagar dentro de mim me fazendo sentir uma leve ardencia, ele estava se esforçando muito para não me machucar e nem enfiar de uma vez, ele fazia movimentos de vai e vem lento e cada movimento ele encaixava um pouquinho mais.
Parecia que não ia ter fim, que a dor iria se intensificar e que eu não aguentaria, até que num impulso rápido, ele conseguiu enfiar tudo dentro de mim, me fazendo soltar um gritinho de dor.
— Ai.... — Eu resmunguei e ele levantou o rosto.
— Tudo bem? — Ele me olhou parecendo preocupado.
— Sim, só está doendo um pouquinho. — Eu respondi manhosa.
— Quer que eu pare? — Ele me perguntou e eu neguei. — Logo o corpo acostuma, eu vou bem devagar.
Eu concordei e ele continuou a se movimentar dentro de mim, era bastante dolorido, a cada bombada do seu m****o dentro de mim eu apertava mais os meus olhos.
Martin me respeitou, ele continuou indo devagar até que a dor passou para uma ardencia leve e depois passou para algo mais prazeroso, e eu comecei a me soltar, eu pressionava o meu corpo contra o dele, ele percebeu que eu estava mais relaxada e aumentou os movimentos, forçando o seu m****o dentro de mim, me causando um certo prazer.
Agora eu estava gemendo de prazer, desejo, eu queria mais, queria que ele não parasse, eu precisava que ee continuasse até que eu tivesse o meu primeiro orgasmo.
— Tá tudo bem? — Ele mais uma vez me perguntou e eu respondi como um gemido.
— Ah, sim... — Eu respondi. — Está muito bom...
Ele sorriu ao ouvir eu falar e então ele me virou de costas, ele me mostrou a posição que eu teria que ficar e eu prontamente obedeci, eu empinei a minha b***a e deitei o meu peito na cama, ele se ajoelhou e mais uma vez encaixou o seu membr da entrada da minha i********e, dessa vez deslizou um pouco mais fácil, mas ainda sim senti arder conforme ele se movimentava.
Martin aumentou mais as estocadas e deu alguns tapas estalados na minha b***a, nós dois estávamos em êxtase, gemendo cada vez mais alto e próximos do nosso orgasmo.
Eu já estava sentindo o meu corpo inteiro tremer, o seu m****o pulsava dentro de mim, o suor escorria pelos nossos corpos e a respiração estava difícil de controlar, até que eu soltei um gemido abafado e finalmente cheguei no meu limite, ele percebeu que eu tinha acabado de ter um orgasmo e ele prontamente se apressou para que tivesse também.
Depois de mais algumas estocadas fortes, ele também soltou um gemido abafado, como se estivesse satisfeito e então ele caiu na cama, com a respiração tão acelerada quanto a minha.
Eu me deitei ao seu lado e puxei o lençol para cobrir o meu corpo, ele me olhou e sorriu, puxou o lençol do meu corpo e jogou no chão.
— Não precisa ficar com vergonha. — A voz grossa ecoou pelo quarto. — Além do mais, aquele lençol está cheio de sangue.
— Ah... — Eu senti o meu rosto corar. — Eu estou um pouco cansada.
— Quer que eu vá para o meu quarto? — Ele perguntou e eu neguei.
— Pode ficar... — Eu sorri envergonhada. — Acho que preciso de um banho.
— Precisamos. — Ele falou e se levantou, ele esticou a mão para mim e me levou com ele para o banheiro.
Martin encheu a banheira, colocou algumas essencias e espuma, ele mais uma vez pegou na minha mão para que eu entrasse na banheira e ele logo entrou do outro lado, Martin alisou a minha perna e a puxou, fazendo carinho no meu pé.
Ele estava se saindo muito bem para uma pessoa como ele, eu jamais imaginei que um dia teríamos a nossa primeira vez, não pensei que ele fosse ser tão gentil e carinhoso.
Pode ser que ele carregue culpa pelo que aconteceu, ou ele só está com o coração mole e seja algo passageiro, não podia me iludir, amanhã poderia ser um dia como qualquer outro, ele continue sendo um grosso e arrogante e então tudo volta ao normal.