Gabriel Smith Acordei com o coração apertado, a cabeça pesada, como se a noite tivesse sido apenas um intervalo entre dois pesadelos. A primeira coisa que fiz foi pegar o celular. Nenhuma mensagem da Sophia. Nenhuma resposta. O aplicativo mostrava que ela sequer tinha recebido minhas mensagens. Era como se eu tivesse sido apagado da vida dela de uma hora para outra. Meu peito se fechou. Eu precisava falar com ela, precisava esclarecer aquele m*l-entendido. Precisava olhar nos olhos dela, dizer que Débora não passava de uma manipuladora, que se aproveitou do momento para causar discórdia entre nós. Eu não suportava a ideia de ser odiado pela mulher que eu amava por algo que eu não fiz, por uma armadilha tão baixa. Pensei em ligar para a Maya, mas a lembrança da fúria dela na joalheria

