Gabriel Smith A estrada até Twin Peaks foi mais do que um trajeto físico. Cada quilômetro ao lado de Sophia era um mergulho em algo que eu não sabia que precisava. O silêncio entre nós não era vazio; era cheio de significados. O toque da sua mão entrelaçada à minha me lembrava que, apesar de toda a escuridão que carrego, havia luz suficiente para me guiar. Quando chegamos à cabana, não consegui conter o desejo. Não era apenas físico, era visceral. Eu precisava dela. Precisava sentir que, depois de anos de batalhas, perdas e conquistas, havia alguém capaz de me despir não só das roupas, mas das armaduras que construí ao longo da vida. Assim que fechei a porta atrás de nós, não consegui esperar. Empurrei Sophia suavemente contra a madeira, prendendo-a com o peso do meu corpo. O som da

