— Tá sendo difícil, eu sei meu filho. Mas ela vai melhorar! — poderia sentir o toque materno subindo e descendo em minhas costas me acalmando. Sabia que tudo não passava da minha mente conturbada. — Como conseguiu mamãe? —uma lágrima não é evitada quando seguro mais firme a mão de Violet sobre as minhas. — Só tenha fé amor. E seja feliz... — estas palavras de algum modo me tocaram no profundo. O conjunto de aparelhos apitando me deixou mais angustiado. Toc, toc, toc! Levanto já acreditando ser Victor com as minhas coisas. Mesmo não tendo conseguido entrar em minha casa, talvez eu não quis entrar. Tive que comprar roupas. Sai do quarto e o vi com minha mochila nas mãos. Foi ai que me dei conta de que uma casa nunca definiria um lar, se esta fosse vazia. — Fiz o que me pediu. — eu sa

