Centro de esportes

2221 Palavras
Como combinado, aqui estou eu, as cinco da tarde, indo me encontrar com o Victório no centro de esportes radicais. Ele já foi uma vez nessa semana e agora vou la conhecer. Estou levando a bolsa para eu me trocar, mas no momento estou usando vestido justo e salto 15, que amo. Chego em frente ao lugar e vejo que o Victorio me espera, já com a roupa de treino. Pensa num homem gostoso numa bermuda larga, sem camisa e tênis esportivo preto. Agora multiplica por 2. É o meu! — Oie! — falo saindo do meu carro, caminhando em sua direção. —Ei, minha vida! — com um apelido carinhoso, ele me beija afundando suas mãos em meus cabelos. —Vem, vou te mostrar o lugar. Entro de mãos dadas com ele, que me apresenta o lugar. O centro de esportes fica numa espécie de galpão enorme e bem divido com alguns tipo de entretenimento radicais. Com tatames preto por vários lugares, ando do seu lado onde paramos em frente a uma placa informando ser o vestiário. —Vou estar la nos fundos. Tudo bem? — avisa e eu concordo dando um selinho antes dele ir. Passo pela porta vendo que alem de vários chuveiro, tem varias baias para uma melhor privacidade. Troco a roupa social, por um conjunto rosa bebê, composto de short curto, top justo, segurando bem os s***s e tênis preto. Alem de lindo, bastante confortável! Saio do vestiário, seguindo para o lugar que Victorio me informou e o vejo se alongando, enquanto conversa. Delicia demais! O grupo de amigos do Victorio está com ele, uns se alongando, outros já treinando e outros apenas conversando. Cumprimento a todos e as meninas vem até mim para me dar beijinhos de cumprimento. — Seja bem-vinda, gatona! —Thaís, Gisele e Suellen falam esbanjando simpatia. —Hanna veio conhecer o lugar e experimentar alguns esportes, Ricardo. —Victorio fala ao meu lado. —O que mais te interessou por aqui, Hanna? —Ricardo que é o gerente do lugar e professor, pergunta. —Eu queria experimentar a escalada que o Victorio falou. Pode ser? —Claro! Como você é iniciante, vai está em outra parede. Essa que o Victorio está fazendo é avançada. —informa e eu concordo com a cabeça. Ele me leva até uma parede bem próxima de onde o Victorio está praticando, me mostrando como se faz e tudo relacionado a escalada. A parede que ele mostra é "pequena", com 3 metros de altura, mas disse que é pra eu ir ganhando segurança e resistência no meu corpo. —Auxiliem ela, meninas. -Ricardo fala e Gi, Thaís e Suellen se aproximam de mim. —Vocês sempre fazem nesse horário? — indago curiosa. —Sim! Assim podemos fofocar um pouco sobre nossos namorados. —Gisele fala rindo e sorrio me preparando para subir, assim como Ricardo ensinou. Amarrada em uma corda de segurança, começo a fazer a escalada e logo de cara eu amo. Necessita de atenção, foco e determinação, ja que preciso segurar em protuberâncias na tal parede e subir até o topo. Erro algumas vezes, mas na grande maioria, acabo acertando. Estou ofegante, suada, com as mãos e pés ardendo, mas esse esporte é muito viciante, fora que exige demais do corpo. Ricardo mandou eu subir até o topo e descer, varias vezes e assim estou fazendo. Tudo com a ajuda das meninas, que incentivam do chão. Sinto meu abdome sendo trabalhado, braços tremendo e coxas queimando ao final dessa ultima escalada. —Está bom por hoje, Hanna. Ricardo dá o basta e sorrio satisfeita. Quando olho para trás, vejo o Victorio suado, sentado me olhando, com uma cara nada boa. Vejo alguns caras avaliando meu corpo e agora entendo o porquê da cara fechada dele. —Gostou da experiência? -Ricardo pergunta sobre o esporte. —Gostei muito, vou me matricular, com certeza. -respondo sorrindo, limpando meu rosto com a toalhinha que eu trouxe. Victorio se levanta do banquinho em que estava, com sua toalha no ombro e vem até mim depositar um beijo em meus lábios, mas acho que está marcando território. —Tchau meninas, até a próxima! —satisfeita com o tempo que passamos juntas, falo sorrindo e elas fazem coraçãozinho com as mãos, mandando beijos no ar. —Vamos na recepção? —indaga com a mão em minhas costas e concordando, caminho ao lado dele. Após fazer a matricula para os mesmos dias que ele, saímos do centro. —Porque está chateado? —pergunto pra confirmar se é por ciúmes. —Os caras te olham na maior cara de p*u. —responde e estamos encostados no meu carro que está parado logo atrás do dele. —Eu estava tão concentrada, que nem tinha visto, baby. Não liga pra isso, você tem que ignorar, da mesma forma que ignoro as mulheres te olhando. — aconselho e ele me dá um selinho. —Você tem razão, mas tenha paciência comigo. —conclui se dando por vencido. — O pessoal nos chamou pra irmos numa boate hoje. Quer ir? —Com certeza! —respondo animada, já que hoje é sexta-feira. —Imaginei que sim. - diz sorrinho de ladinho. —Vou em casa pegar umas coisas primeiro e vou pra sua casa depois. —avisa e eu concordo lhe dando um selinho. Entro no meu carro, colocando uma musica agitada para ouvir no som, batucando no volante, ao mesmo tempo que a animada. Depois de estacionar na garagem do meu prédio, entro em casa pegando meu celular da bolsa e ligo para o meu pai. —Fala, Neni. — atende co um restinho de risada na voz e ouço barulho de panela caindo. Deve está aprontando com minha mãe na cozinha. —Liguei pra te conta que achei um lugar bem legal que você vai amar. —Uma boate de mulher pelada? — conclui zoando e rio sabendo que a mamãe deve ter dado um t**a nele. Conto pra ele sobre o centro de esportes radicais e ele fica todo entusiasmado. —Já gostei! Vou lá conhecer. Aproveito e levo sua mãe também. Quem sabe ela gosta. —comunica e concordo sabendo que vai ser bom pra eles. Ficamos mais uns minutinhos no celular e desligo para tomar meu banho. Coloco a playlist do celular pra tocar, aumentando o volume com a voz da banda marroon5 em todo o ambiente e caminho para o banheiro, o colocando em cima da pia. Tiro as roupas molhadas de suor e tomo meu banho, com direito a lavagem de cabelos, cantoria e alguns remelexos em meu corpo. Assim que termino, abro o box, dando de cara com o Victório de braços cruzados, encostado com o ombro na parede, enquanto me olha e acabo gritando de susto. —p**a que pariu! Você adora me dar sustos, né baby?! —falo com meu coração quase saltando pela boca e caminho pelada até ele. —Você é uma tentação! —diz me levantando e o enlaço com minhas pernas em sua cintura, o beijando. Fizemos s**o dos bons na cama, onde sua carne nervada me invadiu duro e pulsante. Ter relação sem c*******a é uma delicia! —Você estava gostosa demais naquela roupa de malhar. Foi difícil me controlar. —confessa após o novo banho e eu rio da su safadeza. —Então acostume-se! Faremos no mesmo horário. —informo e ele arfa brincando. Fomos para a cozinha e vejo que tem umas sacolas de mercado em cima da mesa. Amarelas e cheias, elas estão a espera de serem guardadas. —p***a! Esqueci de voltar pra guardar. —diz passando a mão nos cabelos e eu sorrio. Como não amar? Ele sabia que estávamos precisando de algumas coisas e foi ao mercado para comprar. Abro as sacolas e vejo itens como: pão de forma, presunto, miojo e mais algumas coisas que estávamos precisando. Vou até ele e o beijo em seu rosto, o fazendo sorrir satisfeito. —Que bom que foi no mercado, vai dar pra segurar até segunda. Preciso ir fazer compras. —Comprei outra coisa pra você. Está na sala. —informa, enquanto guardamos a compra, com un sorrisinho sapeca nos lábios. —O que é? — indago curiosa o olhando. —Vai olhar, mas tenha cuidado. — avisa e eu saio andando apressada igual doida pelo apartamento. Chego na sala e me deparo, com uma caixa grande, cheia de furos, no chão próximo ao elevador. Eu paro em frente e fico avaliando-a sem abrir. —Abre! — pede ja em pé ao meu lado com as mãos nos bolsos. Fazendo como disse, abro a caixa devagar e como mágica, vejo a coisa mais linda sair de dentro. —Meu Deus! — falo colocando as mãos na boca, tamanha surpresa. —É um Samoieda, baby! Falo pegando o peludo cachorrinho de olhos pidões em meus braços, que por incrível que pareça, parece sorrir para mim. —Eu sempre quis um cachorro desse, mas minha mãe só deixava eu ter cachorros se fossem pequenos. —informo dando uma de Felícia, apertando o bichinho num abraço gostoso. —Eu sei, perguntei a ela. — confessa sorrindo orgulhoso da pesquisa feita e eu coloco o cachorrinho no chão, me levantando para abraçá-lo. —Obrigada! Obrigada! Obrigada! Agradeço beijando seu rosto e ele apenas rir, passando suas mãos ao redor do meu corpo, beijando minha boca em seguida. Um beijo é iniciado e nossas línguas se abraçam degustando uma da outra, com sua mão vindo de encontro ao meu rosto. —Que nome vai dar pra ele? -pergunta com seus lábios ainda tocando os meus e me afasto para olhar meu mais novo amigo. —Então, deixa eu ver...hmm...Max! — me decido feliz e abaixo para falar com o Max. —Ei, meu amor, seu nome vai ser Max. Tudo bem? —o informo sentando no chão e beijo a cabecinha dele. —Estou tão feliz, baby. Obrigada! —Agradeço sorrindo, olhando para cima em seus olhos, ainda sentada no chão. —Ele tem 2 meses e está com as vacinas em dia. Também comprei algumas coisas para ele. - fala e pega uma sacola próxima a caixa. —Da sacola ele tira coleira, ração, vasilhames para a água e comida, além de brinquedos e um treco que não sei o que é. — O que é isso? —Indago pegando o vidrinho e começo a ler. —Você espirra em cima do jornal e o animal faz as necessidades ali. — informa, enquanto leio atenta. —Hmmm, muito bom! Ajuda a educar o cachorro. —concluo animada. Ficamos na sala curtindo o Max. Ele é um cãozinho muito engraçado e brincalhão, alem de fofo. Estou deitada no chão com ele brincando com meu cabelo e estou amando ter ele comigo. —Vai se arrumar pra gente sair, vida. —meu namorado pede sentado no sofá, mexendo no MacBook e eu no chão com o Max. —Tudo bem! —levanto após mais um carinho no Max e dou um beijo no Victorio, indo para o quarto. Vou para o banheiro tomar um rápido banho e quando saio, estou decidida a ficar bem bonita para hoje. Faço a make neutra e batom bem vermelho nos lábios. O vestido escolhido também é na cor vermelha, justo em meu corpo, marcando bem minhas curvas, com seu cumprimento indo até quase encostar os joelhos, mas com um trançado falso na frente, junto a um belo decote. —Estou pronta, baby! -falo apos calçar as sandálias pretas e ele aparece, de calça jeans e camisa gola V, que eu amo. —Está linda! Mas o que acha de diminuir um pouquinho esse decote? — pergunta passando o dedo indicador entre meus s***s. Passo as mãos por meus s***s, sensualmente e diminuo o generoso decote, mas só um pouco, ainda podendo ver minha pele. —Assim está melhor? —pergunto e ele morde o lábio inferior se contendo. —Está ótimo! — responde e eu sorrio. —Vamos? —pergunto e concordando ele me beija no rosto. Saímos no carro dele, contando sobre os acontecimentos do nosso dia e em poucos minutos, já estávamos em frente a boate. Após todo o procedimento para entrarmos, fomos para a área VIP do local. A boate está do jeito que eu gosto: cheia! E a música rola solta, com pessoas se jogando na dança. —Demoraram hein! —Ricardo fala, assim que nos aproximamos na mesa reservada a todos nós, com a Gisele ao lado. —Iaí—Victorio fala com sua mão ao redor da minha cintura e eu cumprimentos a todos com sorrisos, já que nos vimos mais cedo. —Quer beber o que? —Victorio pergunta entre beijos e mordidas em minha orelha. Hoje vai ser f**a! —Whisky! —respondo de olhos fechados e ele sorrir. —Um whisky e um suco de laranja. —ele pede com o garçom, após todos fazerem os pedidos. —Se quiser beber, eu posso dirigir, baby. —Pode deixar! —ele fala me fazendo virar de costas para ele e de frente para a pista. Estamos todos bem próximos, numa conversa gostosa, com o agitado grupo e o garçom chega, entregando o Whisky para ele e o suco para mim. Rindo desfazemos a troca, ja bebericando nossas bebidas. ***** ***** Beijos!
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