—Solta ela ou terá problemas maiores. —Victorio fala ao sair do carro com sua voz imponente, porem baixo, me colocando atrás dele.
—Foi pra isso que terminou comigo, Hanna? Pra sair dando pra qualquer um? —Marcelo questiona agora me ofendendo.
—Se continuar falando assim, terei que chamar a policia, Marcelo. –falo e ele dá um passo para trás.
—Você teria coragem, depois de tudo o que passamos? — indaga e lagrimas brotam em seus olhos.
—Vai pra casa Marcelo, não faz isso, eu já te disse que não te amo mais. —falo com lagrimas escorrendo pelo meu rosto em vê-lo sofrer.
Não o amo mais e isso é um fato, mas tenho carinho por ele, não queria o ver se definhando como está.
—Vai pra casa, cara. —Victorio sugere, tentando o convencer de não piorar a vergonhosa e lastimável situação, mas Marcelo fica mais furioso que estava.
—Cala sua boca seu o****o, você só quer comer ela, se é que já não comeu. —Marcelo fala e recebe um soco do Victorio, bem dado na boca, o fazendo cair no chã.
Ele levanta transtornado e "voa" pra cima do Victorio, fazendo com que os dois se embolem, numa luta corporal.
—Para! Não faz isso, Marcelo. Meu Deus! —Grito pra eles pararem e nada.
Olho pro lado e vejo meu pai aparecendo, apenas de cueca samba canção, vindo tentar separá-los.
—Ajuda pai. Eles vão se m***r! —imploro chorando e minha mãe me abraça tão temerosa quanto eu.
Minhas mãos tremem, assim como minhas pernas e assisto a tudo assustada.
—Sai daqui agora ou eu vou chamar a policia agora, Marcelo.
Deixando seu lado brincalhão para trás, meu pai encorpora o homem firme que precisa ser no trabalho e quando olho para o Marcelo, ele está todo cheio de sangue, devido ao supercílio cortado pelos socos do Victório.
—Se prepare, Hanna!
Apontando o dedo em minha direção, Marcelo ameaça com muita raiva nos olhos, se afastando, parando de brigar.
Ele sai correndo com a ameaça eminente da polícia e eu vou até o Victório, que está com a respiração ofegante. Procuro por machucados e incrivelmente ele não tem nada visível apenas sua mão que aparenta está inchando.
—Obrigada Victório, escutei tudo o que ele falou para minha filha, mas eu estava ocupado com a Toninha e precisei procurar minha cueca...
—meu pai explica sem camisa e com sua cueca samba canção preta com bolinhas amarelas.
—Serio pai? Até nessas horas o senhor quer falar de s**o? —questiono p**a de raiva, ainda sentindo o medo correr em minhas veias e o Victorio teve que rir.
—Entra meu filho, vamos por gelo nisso. —minha mãe chama Victorio e carinhosamente ele limpa minhas lagrimas, depois passa o braço com a mão boa por cima do meu ombro e entramos.
Conversando com meu pai sobre o ocorrido, deixo Victório com meus pais na sala e vou para a cozinha buscar os gelos.
—Desculpa por isso, Victorio! –peço mais uma vez constrangida, vindo da cozinha com o gelo.
—Quem errou foi ele e não você. —reafirma recebendo a bolsa de gelo em sua mão.
—Neném, leva ele em casa. —minha mãe fala sorrindo nada discreta e tenho certeza que está pensando bobeira.
—Não precisa, estou bem.
—Imagina, vou te levar e pronto. Espera eu trocar de roupa e vamos. -—respondo me levantando do sofá.
—Subo correndo e visto um short jeans curtinho, camisa de seda rosa bebê, calço tênis baixinho preto e pronto.
Desço as escada e advinha? Meu pai está mostrando os álbuns de fotos antigas. Todas elas, em que na maioria estou de calcinha tomando banho ou dando lingua para a câmera, estão sendo mostradas.
—Ahh, pai! O senhor mostra isso pra todos que passam por essa porta. —reclamo e ele sorrir todo orgulhoso.
—Você é meu orgulho, Neni. — diz como um típico pai babão e sorrio me derretendo por ele.
—Vamos? —chamo minha companhia e ele concorda dando o gelo com o pano de prato para a minha mãe.
—Obrigado mais uma vez, Victorio. – meu pai agradece por me defender, apertando a mão boa dele e saímos.
—A chave. –falo estendendo a mão para ele que me olha.
—É melhor ir de taxi, não acha? Eu moro longe pra c*****o. –diz sorrindo, com medo de seu lindo carro ser amassado.
—Eu dirijo bem, me dá a chave. —peço rindo e ele me passa contrariado.
—Somos amigos e amigos confiam. —digo rindo e ligando o carro.
—Tudo bem, mas não corre. — pede nervoso e eu concordo sorrindo.
Fomos conversando algumas bobeiras do dia a dia e algumas coisas sobre o Marcelo.
—Não, ele nunca tinha agido dessa forma, mas também ele nunca tinha me visto com outro homem. —respondo a pergunta feita.
—É ali. —ele fala apontando uma enorme casa branca, após entrarmos numa rua de casas luxuosas.
—Você mora bem pra caramba. —falo parando em frente a casa dele.
—E você dirige bem pra c*****o. —elogia e eu sorrio me achando a piloto de fórmula 1.
—Amo dirigir e meu pai tem alguns carros bem legais na sua coleção. —respondo já saindo do carro.
—E você não tem porque? — pergunto curioso.
—E quem falou que não tenho? Está na autorizada para uma revisão.
—Quer ajuda para guardar o carro? —ofereço e ele sorrir de um jeito bem s****o.
—Apenas ajuda, senhor Thompson. –digo segurando o riso e ele sorrir mais.
—Vem! —chama, pegando em minha mão e entregando a chave para um homem de terno, que acho que é um segurança da casa dele.
Entramos na casa de mãos dadas. O lugar é moderno, com iluminação em lugares estratégicos e com uma porta de entrega magnífica. Depois de entrarmos numa enorme sala, com sofás claro e tapetes escuros, fomos em direção a cozinha que alem de atual, é bem tecnológica.
Abro o freezer, pegando de lá a bolsa de gelo, logo apoiando em sua mão, com cuidado, pois vejo que ele está com dor.
—Será que não quebrou nada? —pergunto preocupada olhando atentamente cada parte de sua mão.
Ele aproveita que estou olhando sua mão distraída e me puxa, colando nossos corpos. Meus s***s colam em seu peito e minha respiração acelera.
—Esperei pra fazer isso a noite toda. — diz aproximando lentamente sua boca da minha e me beija.
Seu beijo é calmo, carinhoso, como se degustasse cada momento da sensação. Sua lingua pede passagem e assim ele começa uma gostosa dança com a minha. Sua mão se enrola em meus cabelos e a outra aperta minha b***a, pressionando contra ele.
—Hmm...
Deixo escapolir um singelo gemido ao sentir suas mãos em meu corpo. Mostrando sua pegada e o que pode fazer comigo. Sentindo necessidade de mais, nosso beijo deixa de ser calmo e o desejo reina em nós.
Suas mãos, passeiam por meu corpo, aquecendo por onde passa, enquanto nossas línguas dançam, com respirações descompassadas. Me perco nesse beijo!
—Fica hoje comigo? — pede entre selinhos em meus lábios, de um jeito carinhoso e nada respondo, mas me sinto com um sentimento gostoso no coração.
—Vem!
Ele pega minha mão e caminhamos pela casa. E que casa! Ela é clarinha, em tons pasteis, com algumas paredes cinza. Muito aconchegante. Entramos num quarto que com certeza é o dele, ja que o cômodo é imenso, com paredes também cinza e branco, com criados mudo nas laterais e um lindo tapete felpudo preto no chão.
Mas o que realmente me chamou atenção foi uma foto num quadro de seu olhos azuis.
—Caramba, linda foto! —falo admirando o quadro e ele concorda com a cabeça.
—Dizem que os olhos são a janela da alma, então olhe para dentro da minha e fale o que vê. —pede me virando para olhar em seus olhos, os originais e não os do quadro.
—Vejo um homem gentil, objetivo, carinhoso e protetor. Extremamente sexy e muito gostoso! E que a cada segundo, eu penso em me entregar para ele, mas estou com medo de ir rápido demais.
Sou sincera com meus sentimentos, com as mãos pousadas em seu peito, o vejo sorrir discretamente.
—Fica comigo? — pergunta esperançoso, passando o nariz no meu.
— Posso ficar mais um pouco. —respondo travessa, mas sei perfeitamente o que ele quer.
—Eu não quis dizer isso. -rebate com carinhos em minha mão.
—Depois que saí do meu ultimo relacionamento eu não me envolvi com mais ninguém. Acho que perdi o jeito. —explico e ele coloca uma mecha do meu cabelo para trás da minha orelha.
—Prometo que vou ser gentil. Pelo menos no começo.
Diz acabando com o espaço entre nós, colando nossos corpos e me beija.
Seu beijo é calmo, mas enfia suas mão em meus cabelos me guiando e eu intensifico o beijo. Ele me guia para sua cama, me deitando lentamente e o olho, ainda ofegante. Calmamente, ele vai tirando sua roupa e percebo que está tão e******o quanto eu.
Meus olhos passeiam pelo seu definido corpo, muito satisfeita com o tamanho que vejo e minha respiração delatora, mostra o quão ansiosa estou.
—Quer brincar aqui? — pergunta apenas de cueca box, apertando seu m****o enquanto o observo, sentindo meu corpo ansioso para te-lo comigo
—Com certeza! —respondo ja salivante para tê-lo em minha boca.
—Você é minha! — afirma no modo possessivo, caminhando até mim.
—Hoje eu sou sua! —falo sofregamente, sentindo suas mãos deslizarem por minha perna, até chegar no cós do short, o puxando para tira-lo.
Sua boca e dentes deslizam por minhas coxas, me fazendo delirar com o flamejante toque. Tirando minha blusa, me deixando apenas de calcinha e sutiã preto, seu olhar percorre meu corpo.
—Você é linda e gostosa pra c*****o. —diz com seu intenso olhar vagando pelo meu corpo.
Sua boca distribui beijos em minha barriga, subindo para meus s***s e o observo com meu peito subindo e descendo. Ele vem de encontro ao meu pescoço, onde dou espaço virando a cabeça para o lado, apreciando cada toque seu.
—Vou enfiar tudo em você...
Fala apertando meu seio por cima do sutiã e eu arfo de t***o, fechando os olhos, tirando minhas costas do colchão macio, e minhas mãos se afundam em seus cabelos.
Devagar fico de quatro na cama e tiro sua cueca, saltando para fora seu grosso e grande p*u, que automaticamente aliso meus lábios com a lingua.
—Quero por tudo na minha boca...
Falo o pegando em sua base e o ouço gemer apreciando minha atitude.
—Hmmm... Não fala assim...
Minha boca se encontra com seu p*u, o abocanhando, tentando engoli-lo ao máximo, mas não consigo.
—É muito grande...
—Hmmm... Prometo que faço caber...
Fala entre gemidos e volto minha atividade o devorando. Minha boca sobe e desce, lambendo e chupando ouvindo seus gemidos em todo o quarto sem nenhum pudor.
—Isso... chupa...engole...
Geme e de olhos fechados aproveito a tarefa com prazer, lambendo sua ponta melada, voltando a chupa-lo com vontade, me perdendo de desejo.
Com sua mão enrolada em meu cabelos e não aguentando mais ele me interrompe, me fazendo levantar, beijando minha boca em seguida.
Enquanto sua lingua passeia em minha boca, suas mãos desabotoam meu sutiã, libertando meus s***s pesados de t***o.
Meu seio é abocanhando por sua boca, enquanto o outro é massageado e irresistivelmente jogo minha cabeça para trás completamente excitada, sentindo minha i********e pulsar.
—Vem, vou retribuir o carinho e te c****r até gozar em minha boca...
Deito na cama ofegante a espera do carinho, vendo que retira minha calcinha ao mesmo tempo que seus dedos riscam minha pele e assim como prometeu ele vem até mim, começando me c****r gostoso.
—Ahhh...que delicia...
Como imaginei sou levada a loucura, apertando o lençol embaixo de mim. Sua língua rodeia meu c******s o chupando em seguida e assim se dedica. Seguro em seus cabelos o fazendo ir mais fundo e assim ele faz, levando sua lingua para dentro de mim.
Levantando a cabeça apenas para me olhar, sua boca me abocanh, mamando tudo o que pode. Ele repete por algumas vezes enquanto me olha e não consigo mais me segurar.
—Deus... Ohhhhh...que delicia...
Meus gemidos viajam pelo quarto e meu corpo explode em um intenso o*****o. Correntes elétricas correm por meu corpo, ao mesmo tempo que minhas mãos apertam meus s***s e ele chupa todo o meu mel.
—Seu sabor é uma delicia, mas preciso enfiar tudo em você.
Fala com a voz rouca de t***o, enquanto pega a c*******a, colocando em seguida e eu concordo ansiosa por esse momento.
O observo atenta a cada detalhe e deslizando a c*******a em seu comprimento, ele olha em meus olhos. Sua boca está entreaberta, ansioso para que sua carne se perca dentro de mim.
Se posicionando entre minhas pernas, ele junta nossos corpos, boca com boca e com a mão direciona seu p*u, o enfiando em minha entrada lentamente.
—Uhhh..... Ohhhh....
Como verdadeira sintonia nossos gemidos se fundem ao sentir sua carne deslizar na minha. Com seu corpo sobre seu cotovelo, sua boca caminha com beijos em meu pescoço, enquanto seu quadril se movimenta contra minha virilha.
Devagar ele entra e sai indo até o fundo, nos fazendo perder a razão com gemidos desconexos sendo liberados para quem quiser ouvi-los.
—Mais rápido...
Peço choramingando e sentindo a nossa necessidade ele se posiciona em cima de mim, esticando os braços, começando com rápidas e fortes estocadas.
—Ahhhh..... Ohhhhh....
Gemo gostosamente recebendo seu olhar, intensificando meu t***o e fecho meus olhos sentindo o o*****o dominando meu corpo.
Meus gemidos são libertos, enquanto passeio minhas mãos em meus s***s, eliminando qualquer julgamento da minha mente e quando sinto meu corpo começar a relaxar com curtos espasmos, abro meus olhos o vendo com um sorriso no canto dos lábios, com a cara de pós f**a.
—Você é uma delícia!
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Estou amando e vocês?