Eu nunca tinha visto Jungkook tão nervoso. Normalmente estar na casa do outro não fazia diferença para nós dois, era como estar na própria casa, só que dessa vez assim que pisamos na sala, o mais velho perdeu o ar, pois já demos logo de cara com meu pai, que nos encarou sorrindo, nada fora do comum, e cumprimentou. Ele estranhou na hora o jeito desconfiado do Jungkook e eu prendi a risada quando ele perguntou:
— Algum problema, garotos? — seu olhar estava mirando o rosto do meu, em breve, namorado, que ficou pálido.
— Jungkook e eu estamos namorando.
Segurei sua mão e sorri só de pronunciar a novidade, já Jungkook:
— Se permitirem. — falou apressado.
Meu pai fez uma cara surpresa, enquanto dizia:
— Oh, céus, a sua mãe vai ter um infarto.
E no timing perfeito, ela apareceu.
— Eu vou infartar porque? Olá, Jungkook! — foi até ele e o abraçou, com um sorrisão.
— Os meninos vieram dizer que estão namorando. — meu pai falou de um modo esquisito.
E a essa altura, Jungkook não era mais o único nervoso, porque parecia ter coisa ai. Será que eu me precipitei e embora meus pais fossem bem liberais, fizessem tudo ao meu gosto e amassem Jungkook como seu próprio filho, eles não iam encarar bem nosso novo relacionamento?
— O que?! — ela gritou, largando Jungkook de vez e se afastou nos encarando juntos. — Isso é sério mesmo?! Não é uma peça?!
— Querida, é sério sim, mas fica calma, não vá assustá-los.
De repente minha mãe estava dando pulinhos no meio da sala e batendo palmas, enquanto ria eufórica. Okay, eu achava que eles iam aceitar, mas essa reação da minha mãe, ia além do que imaginei.
— Aaaaaah eu sabia, eu sempre disse que eles iam namorar. Ah, estou tão feliz! -ela foi até Jungkook e o puxou. — Yoongi deve ter te infernizado muito, imagino, esse garoto vivia suspirando por ai, te esperando aparecer e sabemos como ele é mimado.
Meu namorado sorriu, confirmando enquanto minha mãe o intimava para jantar conosco essa noite e o clima começou a ficar mais suave de novo. Então, Jungkook e eu tínhamos algum tempo livre antes do jantar. Meus pais foram para a cozinha e eu o levei para o meu quarto, ele me seguiu em silêncio, já eu? Já tremia de ansiedade, porque eu finalmente ia tirar umas casquinhas do Jungkook e ele não podia fugir, não mais.
Bati a porta e não me preocupei em trancar, só continuei guiando Jungkook exatamente para onde eu queria. O empurrei para um dos três puffs peras que tinha no canto do quarto, era meu canto. Sempre me sentava aqui para ler, jogar ou me reunir em conversas tolas com meus amigos. Ele caiu sentado da forma mais confortável possível e eu logo me sentei sobre ele, minhas coxas se encaixaram em volta de seus quadris e meus joelhos nem chegaram a tocar o chão. Jungkook deslizou as mãos por minha lombar e me segurou, encarando meu rosto com um sorriso lindo, todos os seus sorrisos faziam meu coração vibrar e agora tudo parecia mais intenso dentro de mim. Eu estava sendo dominado pelo amor a cada pequeno gesto.
Não tinha mudado tanto coisa, a gente continuava os mesmos, faziam minutos que estávamos presos na velha condição de amigos de infância, onde eu guardava um amor aparentemente impossível e agora eu tinha liberdade para lhe tocar, como sempre quis e como fazia agora. Tocava seu rosto ternamente, logo aproximei o meu do seu e selei nossos lábios.
— Jungkook, eu não dou a mínima pra essa merda toda do que é cedo, eu disse antes que gosto de você, mas na real eu te amo. — ele me encarou sério, parecia pensativo e só me veio uma coisa na cabeça. — Sem exigências, não precisa dizer nada, para mim era o meu momento, sabe? Eu guardei isso por um bom tempo.
Eu rocei minha boca na sua de novo e estava pronto para lhe dar um beijo apaixonado, queria lhe mostrar meus sentimentos nesse beijo. Não era a primeira vez que lhe dizia isso, mas agora estávamos namorando e tudo tinha um ar diferente. Mordi seu lábio e acabei adiando nosso beijo, quando Jungkook apertou meu corpo contra o seu e sussurrou:
— Eu te amo, Yoonie. — p**a merda, eu me arrepiei com sua confissão e ele continuou com seu tom de voz normalizado. — Eu já disse antes e não tenho problema em dizer isso a qualquer hora, — ele passou os dedos pela minha orelha. — e também já disse, você me enlouquece de várias maneiras. Acho que temos uma história longa e muita i********e pra ter medo de admitir isso a essa altura, já que começamos a namorar de vez e com permissão dos seus pais. — riu.
Agitei a cabeça e ataquei seus lábios, o mordi e os encaixei, ele logo me aceitou, segurando minha cintura. Com tão pouco eu já me sentia estimulado, eu gostava do sabor da língua dele junto a minha, se enroscando e chupando maliciosamente, enquanto meus quadris iam pra frente e pra trás, roçando no seu p*u. Era muito gostoso, já que nossos corpos se encaixaram perfeitamente naquela posição, nesse lugar específico, como eu já sabia e tinha planejado. Sempre que Hoseok ia embora mais cedo, Jin e eu dávamos ótimos amassos aqui, mas diferente de Jin, Jungkook agora tinha um olhar assustado. Acariciei sua nuca e rocei minha boca na sua bem de leve, querendo continuar a senti-lo mais.
— Relaxa, não vamos t*****r… Agora. — pressionei forte minha b***a no seu p*u e rebolei devagar.
Do jeito que Jungkook era, quando ele desceu as mãos para a minha b***a, eu achei que ele ia me fazer parar, mas ele me apertou com força e me auxiliou nos movimentos. Gemi manhoso, sentindo como sua ereção se formava rapidamente e cutucava minha b***a e isso só me fazia exigir mais contato, aumentando o ritmo da esfregação. Eu estava ansioso por uma contato mais pele a pele, porém ia com calma, Jungkook com certeza não ia querer exageros com meus pais em casa, mesmo com ele tão animado, chupando minha língua e apalpando minha b***a, só que eu já tinha traçado o quanto eu ia tirar dele hoje e não sairia desse quarto com menos. Eu ia ao menos sentir o gostinho do seu g**o antes do jantar.
— Kookie. -gemi manhoso, meus pensamentos estavam se embaralhando.
Então, eu comecei a provocação. Levantei minha camisa, lhe encarando em um pedido mudo para que ele me tocasse. Meus m*****s já estavam acesos e quando Jungkook tocou minha barriga e deslizou para cima, eu me contorci sobre ele, gemendo baixo, mas de um jeito libidinoso com toda intenção de lhe deixar louco. De acordo com minha última tentativa de provocá-lo, Jungkook era alguém que perdia o controle com facilidade.
— c*****o, Yoonie. — xingou, abraçando meu corpo, fazendo meu peito colar no seu rosto.
Ele me cheirou profundamente e roçou sua boca na minha pele, agarrei seus cabelos, assim que sua boca úmida tocou meus m*****s e ele começou a chupá-los. Meu corpo inteiro esquentou, eu pressionei com mais força meus quadris contra os seus e ele estava muito duro de verdade. Lambi meus lábios, sentindo o tamanho do seu p*u, marcado em sua roupa e a essa altura Jungkook mordiscava e lambia meus m*****s, era hora de tentar chegar onde eu realmente queria.
Puxei os cabelos de Jungkook e voltei a beijá-lo, o distraindo dos meus próximos movimentos, que consistiam em enfiar minha mão discretamente na sua calça e foi o que fiz, o mais sorrateiramente possível. Ele me segurou firme e afastou sua boca da minha, jogou um pouco sua cabeça para trás e gemeu rouco. Só isso fez tanto meu p*u quanto minha entrada pulsarem de vontade. Esfreguei meus dedos bem devagar por sua ereção molhada e a medida que ele fica mais entregue ao prazer, eu o apertava entre meus dedos e estimulava sua glande. Eu estava e******o em ver seu rosto se contraindo de prazer, mas abri mão disso para degustar sua pele. Ataquei seu pescoço com chupões fortes e isso só o fez escorrer mais em minha mão, a deslizei para baixo e comecei a subir e descer a mão por sua extensão.
— p***a, você não tem jeito. — me encarou, mordendo seu lábio.
De repente, Jungkook segurou o cós da minha calça e a puxou, me fazendo erguer um pouco os quadris, devido a agressividade do seu ato, e as deixou nas minhas coxas. Ele apertou minha b***a e a abriu, fazendo com que eu que ficasse derretido em seus braços. Jungkook encostou a boca na minha orelha, a mordeu, me fazendo sentir sua respiração tocar minha pele e, então, ele começou a sussurrar na minha orelha, enquanto esfregava minhas nádegas.
— Eu não aguentava mais ficar te vendo nessa p***a de janela, se tocando, usando minhas roupas, gemendo pelo meu nome, enquanto gozava.
— Você queria gozar comigo? — perguntei roçando nossos lábios.
Ele agitou a cabeça ansioso e chupou meu lábio, puxando, mas eu ainda tinha muitas provocações na ponta da língua.
— Você ficava e******o me vendo?
— Claro.
— E se tocava, gozava me assistindo meter meus dedos em mim, sabendo que era no seu p*u que eu estava pensando?
— Yoongi…
Acelerei minha mão no seu p*u e apertei sua glande o fazendo esguichar na mesma, me sujando. Jungkook amoleceu no puff respirando ofegante, ainda com as mãos na minha b***a e eu fiz algo que chamou sua atenção, levei minha mão a boca e lambi todo o g**o viscoso do Jungkook, presa em meus dedos, os enfiei na boca e chupei, lhe encarando.
— Eu sempre quis provar sua p***a. — confessei, passando a língua bem devagar pelo lábio superior e ele soltou um gemido fraco.
Aí sua boca veio a minha, em um beijo feroz. Apertei seu ombro, perdia o ar com seu beijo, pensava no quanto desejei um momento como esse e como agora beijar Jungkook, tocá-lo, da forma mais simples à complexa, agora faria parte da minha rotina.