Seis

1962 Palavras
Jungkook já tinha ido embora de novo e eu precisava esperar mais um fim de semana para poder vê-lo, mas isso não queria dizer que eu ia deixá-lo esquecer o que aconteceu no dia anterior, então, lhe enviei uma mensagem de bom dia e boa viagem com meu rosto sonolento, cabelos assanhados e eu ainda vestia sua camisa, para que ele tivesse certeza de tudo, que eu me tocava pensando nele. Ele me desejou de volta um bom dia de aula e… Juízo? Eu sabia exatamente o que isso queria dizer, Jungkook. Ri encarando a tela do celular e saí da cama para tomar banho e ir para aula, continuando a trocar outros tipos de mensagens com meu vizinho, a gente nunca se separava de verdade, embora sempre tivesse essa barreira que definia que eu era uma criança e ele um adolescente e agora que eu era um adolescente e ele um adulto, mas tinha cerca de um ano para eu também cruzar essa linha e talvez Jungkook pudesse um dia ser meu. O problema é que eu tinha pressa, não era paciente e com ele longe, eu ficava pensando em todas as coisas que eu não sabia sobre sua vida, durante todos esses anos morando no campus. Ele tinha amigos, provavelmente tinha ficantes, todos os dias podia conhecer pessoas e ir a festas, eu mesmo fazia isso sempre. Ele tinha um amigo chamado Taehyung do qual eu nunca tinha ouvido falar, quantas pessoas mais existiam na sua vida que eu não sabia o que eram ou o que significavam? Esses pensamentos provavelmente iam encher minha mente, agora mais que o habitual. Cada segundo me fazia ter medo de perder Jungkook para o desconhecido, ele podia estar vivenciando uma história de amor neste exato momento e eu não saberia. Eu gostava de t*****r e não queria ser hipócrita, então, era menos m*l que tivessem seu corpo, meu medo era que alguém ganhasse seu coração. Acabei chegando bem cedo na escola e vi Jin e Hoseok sentados no pátio conversando, havia outros alunos em volta, mas eu não reparei, fui me sentar perto dos meus amigos. Eles estavam falando sobre um filme novo e eu entrei no assunto, logo começamos a marcar uma ida ao cinema e outras coisas, quando de repente Hoseok olhava para o canto, incomodado.     — É impressão minha ou Park não para de nos encarar? Segui seu olhar e vi Jimin nos observar de onde estava com seus amigos. Sorri para ele, que retribuiu e me virei para meus amigos, antes que eu dissesse qualquer coisa, Hoseok me olhou questionador.     — Parece que ele quer mais. -ri malicioso.     — Oh, céus, ele é sua nova vítima? — riu. — O que rolou?     — Eu só estou ajudando Jimin com um probleminha. Jin e Hoseok me encararam curiosos.     — Jimin sempre tem uma ereção na aula de química.     — Que estranho. — Jin comentou.     — Né? Só que me fez reparar que ele tem um p*u gostoso, ai eu bati uma pra ele, acho que ele gostou. — lambi os lábios.     — No meio da aula? — Hoseok me olhou incrédulo.     — Fui discreto, eu poderia aproveitar que cheguei cedo e matar o tempo de um jeito melhor. Ele está quase implorando por isso.     — Eu nem sei porque fica tão e******o se no final reclama que nenhum cara te satisfaz. E nesse momento, Jin se moveu incomodado em seu canto, o que chamou nossa atenção.     — Ah, foi m*l, cara, eu meio que esqueci que vocês já transaram… — Hoseok fez uma cara de nojo, que para mim parecia mais ciúmes de Seokjin. Jin deu de ombros.     — Eu não sou r**m, só não sou o que o Yoongi procura, seja lá o que for. Jin não era um cara inseguro e levando em conta que a gente não tinha transado uma vez só, ele podia afirmar isso sem medo. Porque o sexo com ele era realmente bom, mas nunca importava o quanto eu curtisse o processo, no final eu sentia que faltava algo. — Exato. — peguei minha mochila. — Isso quer dizer que eu tenho que continuar tentando e é o que vou fazer agora. Me levantei e fui até Jimin, parei de frente a ele e lhe estendi a mão, falando um “vem comigo”, ele agarrou minha mão na hora e me seguiu em silêncio. Levando em conta para onde eu estava lhe guiando, minhas intenções estavam mais que claras. A sala do grêmio estudantil era um local abandonado, só servia agora para guardar materiais sem uso da escola. Bati a porta e passei a chave que ficava dentro, para ninguém nos interromper, já que não éramos os primeiros nem os últimos a usar essa sala para ficar.     — Você é uma caixinha de surpresas, Yoongi. -comentou.     — Sou?     — Aquilo que fez na aula passada…     — Só estava te ajudando, Jimin, era a terceira vez que você ficava de p*u duro na aula, achei que queria atenção. — acusei. — Me diz, porque você fica tão e******o com cheiro de produtos químicos. — zombei.     — Não é isso que me excita, mas acertou quando disse que é por causa de um cheiro. — respondeu logo. — É o meu parceiro de laboratório, ele tem um cheiro gostoso que sempre que eu sinto, fico de p*u duro.     — Jura? — ri, gostando de saber a informação. O tão cobiçado Park Jimin, se excitava com meu cheiro? Jimin encostou-se na mesa com suas pernas abertas e sem perder tempo me aproximei dele e abracei seu corpo, me esfregando nele manhoso, como se tentasse passar meu cheiro para ele.     — Quero ver se é verdade, fica duro pra mim, eu cuido de você.     — p***a. — xingou, me agarrando forte, enquanto afundava o rosto na curva do meu pescoço. E realmente, eu sentia seu p*u ficando duro. Rocei minhas unhas na sua nuca e o encarei ansioso. A gente quase não tinha diferença de tamanho alguma, mas na posição que ele estava, eu parecia mais alto. Abaixei meu rosto e suguei seus lábios carnudos, suas mãos maliciosas foram para minha b***a e me ajudaram a perder a timidez, me fazendo iniciar de imediato uma fricção entre nossos quadris. Jimin mordeu minha boca e gemeu suave, mostrando um sorriso sacana, ele era tão bonito que já me deixava aceso. Agarrei seus cabelos e voltei a beijá-lo com um pouco mais de ardor e dessa vez quando sua língua entrou em contato com a minha, eu a monopolizei, chupando a mesma devagar e ele ficou tão e******o que eu senti sua ereção ficar firme, assim como o aperto das suas mãos, seus dedos estavam afundando na minha b***a. Separei nossos lábios e o encarei, gemendo manhoso, até pensei no que Hoseok tinha dito minutos atrás, porque Jimin já tinha me deixado tão e******o, estava curioso para saber se ele conseguiria me satisfazer de verdade. De repente soltei um gemido manhoso, um pouco mais alto, Jimin estava mordendo meu pescoço enquanto seus dedos desabotoavam meu uniforme e deixava parte do meu corpo exposto. Quando feito, ele encarou minha pele, a acariciando e a encarou com devoção.     — p***a, você é tão lindo. Ele me puxou com certo desespero para mais perto e roçou a boca por minha barriga, mordiscando. Apertei seus cabelos, movendo os quadris incomodado com minha ereção, mas eu seria paciente, vendo como Jimin era habilidoso e estava prestes a me tocar em um ponto de grande sensibilidade. Seus dentes apertaram meu m*****s e ele esfregou o outro, se demorou nesse carinho, me lambendo e mordendo, até subir para o meu pescoço, foi ai que ele se desencostou da mesa e me segurou firme. Como se eu fosse um boneco, Jimin me ergueu do chão e me colocou sobre a mesa, puxou minha camisa para que meus ombros ficassem expostos e em seguida achou seu novo alvo. Em um movimento rápido, ele desabotoou minhas calças e desceu o zíper. Ele ia saciar um pouco do meu incômodo no local. Joguei os braços para trás e me apoiei no móvel, esperando. Jimin puxou minhas calças, até as coxas e as apertou, beijando. Oh, nossa, ele ia me pagar um boquete, tremi ansioso só de imaginar aquela boca tão bonita se esfregando no meu p*u e como ela ficaria quando eu a estivesse fodendo. Chutei meus sapatos para longe e ele entendeu o sinal, pois logo me deixou completamente nu da cintura para baixo.     — Jimin. — chamei cheio de manha, querendo provocar ainda mais o garoto. Eu adorava a forma como ele se mostrava sedento por mim e aí ele agarrou minha b***a e me puxou, afundando o rosto na minha virilha. Primeiro ele a lambeu, me fazendo tremer inteiro, soltou um riso satisfeito e passou a língua pela minha glande. Levantei minhas pernas e as coloquei sobre seus ombros. Ele se posicionou melhor, agarrando uma das minhas coxas e, então, subiu a outra pelo meu tronco. Sem enrolar, ele simplesmente me colocou todo na sua boca, não sabia se por ansiedade do desejo ou porque a gente não tinha esse tempo todo para desperdiçar no momento e, p**a merda, Park Jimin me fez revirar os olhos com seu boquete e o jeito como ele insistia em maltratar meu m*****s com beliscões. Apertei seus cabelos com força e fodi sua boca, sentindo minha entrada piscar. Qualquer estimulinho e eu já sentia diretamente ali, eu gostava de ser penetrado, de ser agarrado com força e sentir os golpes agressivos contra minha b***a e Park parecia ler mentes ou ele era um ótimo parceiro de f**a, a questão é que ele deu uma chupada forte e barulhenta, me tirando de sua boca e, p***a, a dele estava tão molhadinha com todos os nossos fluidos, ele ficou ainda mais bonito daquele jeito sujo. De um modo sexy, ele passou os dedos por fora de sua boca, limpando um pouco e os enfiou na boca, mas logo vi que seu intuito não era degustar e sim deixar seus dedos mais ensopados. Voltei a apoiar as mãos na mesa e quando ele meteu seus dedos dentro de mim, eu joguei a cabeça para trás e lhe mostrei com meus gemidos como eu amava ser fodido daquele jeito. Jimin se ergueu, colando seu corpo ao meu de novo, enquanto seus dedos brincavam livremente dentro de mim.     — p***a, que cuzinho acostumado. — mordeu minha orelha. Mordi meu lábio e ri para ele.     — Tem camisinha na minha calça, porque você não pega e me fode logo? — sugeri, desabotoando a sua e enfiando a mão dentro. Eu adorava deixar um cara no estado que Jimin estava quando nem sequer o tinha tocado. Ele atacou meu pescoço e tirou os dedos de dentro de mim, me soltou e fez exatamente o que lhe pedi. Fiquei encarando Jimin pegar a camisinha na minha calça, esquecida no chão, e a colocar no seu p*u duro e molhado. Abri as pernas, ansioso, mas ele me agarrou de novo e tomou o controle do meu corpo, mostrando que não seria assim. Em um movimento rápido, Jimin me fez ficar de costas para ele e eu segurei a mesa, ele lambeu minha nuca, pressionando minha entrada com seu p*u. Jimin afundou o rosto na minha pele, me cheirando e, então, ele meteu seu p*u em mim me deixando trêmulo. Acariciei seu rosto, chamando sua atenção para um beijo e ele logo encaixou a boca na minha. Caralho, eu tinha perdido totalmente o controle, era para ser só um boquete ou outra punheta, mas eu estava fodendo com Park Jimin na esquecida sala do grêmio estudantil que só servia para guardar livros velhos e agora nossos gemidos.
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