23. Lágrimas de Sangue

2821 Palavras

Quando a jovem desceu do carro respirou fundo, tentando deixar para trás o desespero da noite passada. Henrique fez questão de ajudar a tia a tirar as malas do fundo do bandeirante preto. — Ainda não acredito que meu pai deixou o carro dele com você. — disse com um sorriso provocante nos lábios. — Eu dirijo muito melhor do que ele. — Alice disse saindo do carro, espreguiçando-se, e indo em direção ao banco de trás, onde estava Henry. — Sai logo garoto, vai correr, me dá esse celular! — Tomou o aparelho das mãos do menino. — Eu acho que a senhora dirige feito louca! — Henrique disse levando a mala até a varanda, onde estava sua avó com os braços abertos esperando os netos para abraça-los. — Estou enjoada. — disse Dulce, passando as costas da mão pela boca. — Ai, eu dirijo melhor d

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