Os dias que Calleo havia passado junto a Minjae naquele quarto tão grande e triste, foram exaustivos. O Han quase não parava de chorar. Era difícil fazê-lo parar, mas com um pouco de carinho e insistência para fazê-lo comer, Calleo conseguia bem. Mas foram poucos aqueles dias também. Seis ao todo. Calleo sempre acordava, ligava para Amélia e perguntava se estava tudo bem. Ainda não gostava de deixar a mãe sozinha. Mas na manhã do quarto dia, foi o som de Minjae mexendo em algo em seu closet que fez Calleo acordar. Caminhou até lá, encontrando Minjae sentado no centro do cômodo, com uma mala aberta e várias roupas ao seu redor. O Han dobrava algumas roupas e organizava ali. Calleo apoiou-se contra o portal e franziu o cenho. ㅡ O que faz aí? Minjae deu um pequeno gritinho e repousou a

