cap 04 acho isso irônico

622 Palavras
Guilherme Dash Acordei com o alarme apitando, passei a mão no rosto e desliguei o mesmo. Levantei da cama na cara e coragem, peguei a toalha em cima da cadeira e entrei no banheiro. Tirei a bermuda de moletom e liguei o chuveiro para tomar uma ducha. Saí coma toalha em volta da cintura e abri oguarda-roupas, vesti uma bermuda jeans lavagem escura e uma camisa branca, coloquei meu cordão de ouro no pescoço e meu relógio no pulso, sentei na ponta da cama e calcei meu sapatênis. Deixei o celular carregando e saí do quarto fechando a porta. Coloquei a fuzil em volta das costas e minha pistola na cintura. Montei minha moto e arrastei morro abaixo, estacionei na porta do Lucca. Os moleque que iam descer comigo já estavam tudo na espera. Eaí rapaziada -acenei. - Eaí -falaram. Me aproximei deles pra trocar uma ideia, decidir como íamos atacar e quem ia subir de frente comigo. Cabeça falou. Com certeza, eles não estão esperando pela gente Vamo chegar lá e fazer a festa. Isso ai fiz toque com ele. Os caras comemoraram. - Neto, chega ai-Ryan chamou. Caminhei até ele que estava encostado em uma das vans. Qual foi? -perguntei. -Tá ligado que a Débora vai sair amanhã né? me encarou. -Qual a demora da gente fazer um baile pra comemorar? -Parceirona vai voltar - sorri. - Demorou, quando a gente chegar desse corre vamos resolver essa parada. -Jaé então, valeu!- fez toque comigo. Assenti e entrei na casa do Lucca, ele estava em pé encostado na mesa tomando café. - Eaí viado - falei. Fala baixo porra me encarou. chamei. Vamos logo fazer a roda Ele largou o cop0 em cima da mesa e me acompanhou para o lado de fora da casa. Fizemos uma roda de oração para pedir proteção a Deus. Por mnais que nós corra pelo errado, nós conhece o certo, todos os dias aqui em cima são incertos, na vida que nós levamos precisamos ter muita fé. Ao fim da oração batemos palmas. Caminhei até minha moto e me encostei na mesma enquanto os moleque terminava de se ajeitar pra entrar nas vans, Lucca caminhou em minha direção. - Eaí, tá nervoso?-perguntou. Eu sempre fico - falei sem encara-lo. Ficamos em silêncio encarando os moleque guardar as armas nos veículos. Ah.. O gue está acontecendo? Olhamos para trás. Você devia tá dormindo Babi -Lucca falou. São 04:17 da madrugada encarou o relógio. Eu estava tentando mas vocês não deixaram com tanto barulho respondeu. Sem papas na língua, gostei! -Lucca, corre aqui – Ryan chamou. Rápido, c*****o! - Já volto! Ela me encarou e cruzou os braços. -0 quế? perguntei. -Eu sou a Bianca- disse. -Você deve ser o Guilherme. Pode me chamar de Neto! Ela assentiu. –0 que vocês estavam fazendo naquela roda?- perguntou. -Uma oração antes de descer pra pista! -falei sem encara-lá. Que ironia. murmurou. -Bandido tem muita fé se você não sabe-a encarei. - disse. -Não tô desacreditando da fé de ninguém, só acho irônico isso Dei de ombros. Lucca voltou ao nosso encontro. Bom, acho que não preciso mais apresentar vocês - apontou para nós dois. -Não, não precisa -a encarei. Ela sorriu de lado e deu de ombros. Vamos Neto, tudo certo! Cabeça chamou. Vamo descer. Vai na fé Lucca fez toque comigo. -Ë nós, breve tô de volta! Ele assentiu e me abraçou de lado. Vai entrar agora Babi?-Lucca perguntou. Deixa a porta aberta que eu já vou–falou. Beleza! - disse. Ele se despediu do Ryan e entrou em casa. -Tchau a encarei. -Tchau -falou. - Ah.. Cuidado! - descruzou os braços. Pode deixar, você ainda vai me ver! Ela sorriu e acenou. . . .
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