Capítulo 2

1031 Palavras
Matheus Scott  Finalizo mas um dia de trabalho, e vou visitar a Mônica e a Celine. Dirijo rapidamente já que as ruas hoje, por um milagre estão poucas movimentadas. Confiro se o presente da Celine está no banco traseiro do carro. Fui ao shopping essa semana, para um almoço com um cliente e vi o ursinho em forma de panda na vitrine de uma loja. Parecia que ele estava me chamando, não pensei duas vezes em compra-lo para levar para a Celine. Sou apaixonando naquela pequena, e mais apaixonado ainda pela mãe dela. Sim, eu sou apaixonado pela Mônica, apesar dela me ver apenas como um amigo, não consigo evitar o que sinto. Resolvi me arriscar, irei convidar a loira para um encontro. Espero que ela aceite. Estaciono o carro em frente a um restaurante italiano e peço duas Cotoletta alla milanese, é um bife de bisteca de vitelo, com osso, empanado e frito na manteiga. Sei que é um dos pratos preferidos da loira. E como um bom italiano, não vou negar que também amo. (...) Estaciono em frente ao apartamento da Mônica e saio carregando as duas sacolas. O porteiro já me conhece, minha entrada também já está liberada, já que eu vivia praticamente aqui quando a Mô estava grávida. Não me arrependo nenhum um pouco de ter ficado ao lado dela esse tempo todo, principalmente, em ter assistido o parto da Celine. Quando a enfermeira pediu que eu cortasse o cordão umbilical, meu coração se aqueceu de uma forma inexplicável. Afasto dos meus pensamentos assim que chego em frente ao seu apê, toco a companhia e fico aguardando ela vir abrir. Eu tenho a chave do apê dela, mas gosto também de irrita-la. — Posso entrar? Pergunto — Claro, que pergunta Matt. Ela diz . — Por que não abriu a porta? Ela pergunta com a Celine nos braços — Estava com as mãos ocupadas loira. Digo mostrando as sacolas. — O que é isso? Pergunta curiosa. — Nessa sacola tem um presente para a Celine, e aqui tem comida. Digo — Matt, nesses dias o quarto da Celine nesses dias não vai caber nada. Ela diz séria — Deixa eu mimar ela. Digo tirando o ursinho da sacola e entregando a Celine que dar um lindo sorriso banguela. Pego a minha pequena dos braços da loira e começo a brincar com ela. — Loira, você quer sair comigo no final de semana? Pergunto. Ela me olha como se travasse uma batalha interna, entre aceitar, ou não. — Tudo bem Matt, eu aceito sair com você. Ela diz e me arranca um enorme sorriso, não consigo me segurar e a abraço forte. — Não sabia que ficaria tão feliz. Ela diz dando um leve sorriso. — Por que você não imagina o quanto eu sonhei com o dia em que aceitaria sair comigo Mônica, você sabe dos meus sentimentos por você, nunca fiz questão de esconder. Digo me aproximando dela. — Matt. Ela sussurra quando me aproximo mais segurando seu rosto com uma das minhas mãos, já que com a outra estou segurando a Celine. — Eu jamais te forçaria a nada loira, saberei esperar seu tempo. Digo dando um beijo na sua testa. — Agora, vai lá esquentar essa comida que eu tô morrendo de fome, por favor. Digo e ela dá uma risada. (...) Chego em casa com um enorme sorriso no rosto, ainda não acredito que a loira vai sair comigo, irei planejar um encontro perfeito. — Que sorriso é esse? A Melissa pergunta sentando ao meu lado no sofá e me assustando. — Que susto pirralha, quando chegou? Pergunto — Agora a tarde, quis fazer uma surpresa. Ela diz sorrindo mais que o coringa. — Que sorriso é esse? Devolvo a pergunta que ela me fez. — Nada de mais. Ela diz. — Mas, você não respondeu minha pergunta. Ela diz fazendo um bico. — Você também não respondeu a minha, estamos quites. Digo dando um beijo na sua testa. — Vou tomar um banho e dormir, amanhã meu dia será cheio, tenho 3 audiências. — Boa noite maninho, mas nossa conversa ainda não acabou. Ela diz Sorrio e vou para o quarto. A Mel está escondendo algo, e eu vou descobrir o que é, principalmente se houver homem envolvido, não quero ver minha irmã sofrendo de novo. Assim que entro no meu quarto, coloco a banheira para encher e me tiro minha roupa. Meus músculos estão tensos, isso é falta de sexo, faz muito tempo que não vou a uma balada, mas precisamente desde que a Celine nasceu, prefiro passar meu tempo livre com aquela pequena bolinha. Confesso que, eu sai com algumas mulheres as vezes para esquecer a Mônica, mas não consegui, aquela loira domina todos meus pensamentos. Então, parei de sair, não vale a pena está iludindo as mulheres a qual eu saia, dando a elas falsas esperanças, a qual eu não iria conseguir corresponder. (...) Acordo com o barulho estridente do meu despertador, me espreguiço e vou em direção ao banheiro fazer minhas higienes matinais. Depois de tomar banho, visto um terno de três peças preto, ele é um da linha Armani, modéstia a parte ele cai perfeitamente bem no meu corpo. Termino de me arrumar e desço para o café. A Melissa ainda não acordou. Depois de tomar um café rápido, subo para escovar meus dentes. Coloco um pouco de perfume e ponho meu relógio, pego minha pasta e desço as escadas indo em direção a saída do meu apartamento. Hoje estou cheio de reuniões, só espero que sobre um tempo para que eu possa visitar minhas meninas. (...) Chego na empresa e depois de cumprimentar alguns funcionários, subo em direção a minha sala e já vejo minha secretária sentada em sua mesa concentrada em algo. — Bom dia Sabrina. A cumprimento. — Bom dia sr. Scott, já irei levar sua agenda. Ela diz ajustando seu decote. Já percebi a algum tempo que ela vem se jogando para cima de mim, ela é até uma mulher muito bonita, a alguns tempos atrás eu já teria a levado para a cama, mas agora ela não me desperta nenhum interesse.
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