Matheus
Terminamos nosso jantar conversando sobre coisas aleatórias.
A companhia da Mônica me faz tão bem.
Pedimos um Açai de sobremesa. A Mônica falou que nunca tinha experimentado.
Espero ela provar um pouco para saber se ela vai gostar.
Ela leva uma colher generosa a boca e quando experimenta solta um pequeno gemido, que mandou vibrações direto para meu p*u.
Confesso que, quero muito ouvir mais desses gemidos de prazer dela. Afasto meus pensamentos maliciosos quando sua voz chega aos meus ouvidos
— Isso é muito bom.
Ela diz
— Concordo, é uma delícia
Sorrio de lado para ela que cora.
Não sei se ela percebeu meu duplo sentido.
Terminamos nosso jantar, e pago a conta.
Agora vou levar a Mônica para a segunda parte do nosso encontro.
— Onde vamos agora?
Ela pergunta
— Surpresa.
Digo e ela revira os olhos.
Eu adoraria que ela revirasse os olhos enquanto eu estivesse a chupando. Sério, hoje todos os meus pensamentos maliciosos envolvem ela, deve ser porque ela tá muito mais gostosa do que o normal nesse vestido que mostra bem todas suas curvas, adoraria ver o que ela esconde embaixo dele.
Afasto meus pensamentos nada inocentes, se não terei uma bela ereção, e isso não seria legal, não nesse momento.
(...)
Estaciono em frente ao museu e desço para abrir a porta para minha loira.
Estamos em uma semana de exposição de peças de roupas antigas, como a loira quer ser estilista, talvez ela goste.
— Uau, eu.... Não acredito que você me trouxe aqui.
Ela diz com as mãos na boca.
— Pois acredite loira, espero que goste.
Digo e ela me abraça forte.
Retiro os ingressos do bolso da calça e seguimos para dentro do museu.
A Mônica observa tudo com os olhos brilhando.
— Cada coisa linda, é incrível como as coisas se modificaram nos últimos tempos.
Ela diz
— Verdade.
Concordo sem saber exatamente do que ela falava.
Passamos um bom tempo olhando as exposições.
Quando deu 22:00 ela pede para que eu a leve para casa, por que a Celine já deve estar sentindo falta dela.
(...)
— Obrigada por tudo Matt, eu amei.
Ela diz com os olhos brilhando
— De nada, espero que possamos repetir em breve.
Digo e ela rir
— Claro, irei amar.
Ela diz me causando um fio de esperança
— Que bom.
Digo. — Posso subir para dar um beijo na Celine?
Pergunto a ela com cara de inocente.
É verdade que quero dar um beijo na Celine, mas quero muito mais beijar a mãe dela.
— Claro né Matheus, que pergunta.
Ela diz
Desço do carro e abro a porta para ela.
Ela agradece e subimos para seu apê.
A Mônica vai até a casa da sua vizinha pegar a Celine e diz que posso entrar no seu apartamento, então eu vou espera - lá na sala, enquanto ela não volta.
Minutos depois a Mônica chega com a Celine adormecida em seus braços.
— Quer ajuda?
Sussurro para não acordar a pequena.
— Me ajuda a abrir a porta do quarto dela, por favor.
Ela pede e eu assinto.
A loira coloca a pequena no berço e dar um beijo na cabeça dela em seguida, repito seu gesto e saímos do seu quarto.
— Ela está a cada diz mais linda.
Comento enquanto descemos as escadas.
— Sim, tá uma bolinha.
Ela diz rindo.
Seu sorriso é perfeito.
— Ela é fofa.
Digo
Chegamos a sala e ela me leva até a porta.
— Eu amei nosso encontro Matheus, obrigada.
Ela diz
Não consigo lhe responder nada, já que estou ocupado demais encarando seus lábios que estão muito convidativos.
— Matt, tá tudo bem?
Ela pergunta estralando os dedos na minha frente.
— Sim...Claro.... É, desculpa Mônica, mas eu não consigo mais resistir.
Digo a puxando pela cintura e segurando sua nuca com a minha mão livre.
— Matt...
Não deixo ela terminar a frase e ataco sua boca em um beijo lento, mas cheio de desejo.
Ela demora um pouco, mas logo corresponde ao meu beijo com o mesmo desejo que eu.
A prenso na porta e aperto sua cintura um pouco mais, ouço seu suspiro entre o beijo e sinto ela puxar meu cabelo de leve.
Infelizmente o ar nos falta e me afasto dela, colando nossas testas.
Quando minha respiração volta ao normal volto a beija-la novamente, dessa vez mais vontade, nossas línguas travam uma verdadeira batalha.
Que beijo bom do c*****o.
Resolvo ousar um pouco, desço minha mão que está na sua cintura para sua b***a, onde dou um leve aperto que a faz vir um pouco para frente e sentir minha ereção.
Ela geme contra minha boca e eu desço meus beijos para seu pescoço, onde dou leve mordidas.
Ouço seu suspiro e sinto seu corpo começar a ceder ao desejo que vem crescendo.
Sei que prometi a ela que iria devagar, mas não consigo esconder meu desejo por ela.
Lógico, que se ela pedir pra que eu pare, irei fazer isso imediatamente.
— Matt.
Ela geme quando aperto sua b***a com um pouco mais de força.
A loira entrelaça suas pernas na minha cintura e sua i********e roça no meu m****o, fazendo com que ele fiquei ainda mais animado do que está. Aproveito o momento e esfrego minha ereção contra sua i********e.
— Por favor loira, peça que eu pare agora.
Sussurro no seu ouvido.
— Matt
Ela geme puxando meu cabelo e aperta suas pernas na minha cintura.
Recebo isso como um incentivo para continuar.
Caminho com a Mônica em direção ao sofá, mas antes que possa deita-la no mesmo, ouvimos o choro da Celine pela babá eletrônica.
A Mônica desce dos meus braços rapidamente e suspira fundo.
— Matt, isso foi um erro, não deveria ter acontecido.
Ela diz
— Como assim?
Pergunto sem entender nada
— Eu tenho que ir ver a Celine, por favor, vá embora, depois conversamos.
Ela diz indo em direção ao quarto sem me dar a chance de falar mais nada.
Saio do seu apartamento com milhares de pensamentos.
Mas, a única frase que domina minha mente no momento é: Isso foi um erro.
Por que ela acha um erro?
Eu pensei que ela estivesse gostando.
Sinceramente, não sei mais o que fazer para conquista-la.