Capítulo 4

1050 Palavras
Matheus  Terminamos nosso jantar conversando sobre coisas aleatórias. A companhia da Mônica me faz tão bem. Pedimos um Açai de sobremesa. A Mônica falou que nunca tinha experimentado. Espero ela provar um pouco para saber se ela vai gostar. Ela leva uma colher generosa a boca e quando experimenta solta um pequeno gemido, que mandou vibrações direto para meu p*u. Confesso que, quero muito ouvir mais desses gemidos de prazer dela. Afasto meus pensamentos maliciosos quando sua voz chega aos meus ouvidos — Isso é muito bom. Ela diz — Concordo, é uma delícia Sorrio de lado para ela que cora. Não sei se ela percebeu meu duplo sentido. Terminamos nosso jantar, e pago a conta. Agora vou levar a Mônica para a segunda parte do nosso encontro. — Onde vamos agora? Ela pergunta — Surpresa. Digo e ela revira os olhos. Eu adoraria que ela revirasse os olhos enquanto eu estivesse a chupando. Sério, hoje todos os meus pensamentos maliciosos envolvem ela, deve ser porque ela tá muito mais gostosa do que o normal nesse vestido que mostra bem todas suas curvas, adoraria ver o que ela esconde embaixo dele. Afasto meus pensamentos nada inocentes, se não terei uma bela ereção, e isso não seria legal, não nesse momento. (...) Estaciono em frente ao museu e desço para abrir a porta para minha loira. Estamos em uma semana de exposição de peças de roupas antigas, como a loira quer ser estilista, talvez ela goste. — Uau, eu.... Não acredito que você me trouxe aqui. Ela diz com as mãos na boca. — Pois acredite loira, espero que goste. Digo e ela me abraça forte. Retiro os ingressos do bolso da calça e seguimos para dentro do museu. A Mônica observa tudo com os olhos brilhando. — Cada coisa linda, é incrível como as coisas se modificaram nos últimos tempos. Ela diz — Verdade. Concordo sem saber exatamente do que ela falava. Passamos um bom tempo olhando as exposições. Quando deu 22:00 ela pede para que eu a leve para casa, por que a Celine já deve estar sentindo falta dela. (...) — Obrigada por tudo Matt, eu amei. Ela diz com os olhos brilhando — De nada, espero que possamos repetir em breve. Digo e ela rir — Claro, irei amar. Ela diz me causando um fio de esperança — Que bom. Digo. — Posso subir para dar um beijo na Celine? Pergunto a ela com cara de inocente. É verdade que quero dar um beijo na Celine, mas quero muito mais beijar a mãe dela. — Claro né Matheus, que pergunta. Ela diz Desço do carro e abro a porta para ela. Ela agradece e subimos para seu apê. A Mônica vai até a casa da sua vizinha pegar a Celine e diz que posso entrar no seu apartamento, então eu vou espera - lá na sala, enquanto ela não volta. Minutos depois a Mônica chega com a Celine adormecida em seus braços. — Quer ajuda? Sussurro para não acordar a pequena. — Me ajuda a abrir a porta do quarto dela, por favor. Ela pede e eu assinto. A loira coloca a pequena no berço e dar um beijo na cabeça dela em seguida, repito seu gesto e saímos do seu quarto. — Ela está a cada diz mais linda. Comento enquanto descemos as escadas. — Sim, tá uma bolinha. Ela diz rindo. Seu sorriso é perfeito. — Ela é fofa. Digo Chegamos a sala e ela me leva até a porta. — Eu amei nosso encontro Matheus, obrigada. Ela diz Não consigo lhe responder nada, já que estou ocupado demais encarando seus lábios que estão muito convidativos. — Matt, tá tudo bem? Ela pergunta estralando os dedos na minha frente. — Sim...Claro.... É, desculpa Mônica, mas eu não consigo mais resistir. Digo a puxando pela cintura e segurando sua nuca com a minha mão livre. — Matt... Não deixo ela terminar a frase e ataco sua boca em um beijo lento, mas cheio de desejo. Ela demora um pouco, mas logo corresponde ao meu beijo com o mesmo desejo que eu. A prenso na porta e aperto sua cintura um pouco mais, ouço seu suspiro entre o beijo e sinto ela puxar meu cabelo de leve. Infelizmente o ar nos falta e me afasto dela, colando nossas testas. Quando minha respiração volta ao normal volto a beija-la novamente, dessa vez mais vontade, nossas línguas travam uma verdadeira batalha. Que beijo bom do c*****o. Resolvo ousar um pouco, desço minha mão que está na sua cintura para sua b***a, onde dou um leve aperto que a faz vir um pouco para frente e sentir minha ereção. Ela geme contra minha boca e eu desço meus beijos para seu pescoço, onde dou leve mordidas. Ouço seu suspiro e sinto seu corpo começar a ceder ao desejo que vem crescendo. Sei que prometi a ela que iria devagar, mas não consigo esconder meu desejo por ela. Lógico, que se ela pedir pra que eu pare, irei fazer isso imediatamente. — Matt. Ela geme quando aperto sua b***a com um pouco mais de força. A loira entrelaça suas pernas na minha cintura e sua i********e roça no meu m****o, fazendo com que ele fiquei ainda mais animado do que está. Aproveito o momento e esfrego minha ereção contra sua i********e. — Por favor loira, peça que eu pare agora. Sussurro no seu ouvido. — Matt Ela geme puxando meu cabelo e aperta suas pernas na minha cintura. Recebo isso como um incentivo para continuar. Caminho com a Mônica em direção ao sofá, mas antes que possa deita-la no mesmo, ouvimos o choro da Celine pela babá eletrônica. A Mônica desce dos meus braços rapidamente e suspira fundo. — Matt, isso foi um erro, não deveria ter acontecido. Ela diz — Como assim? Pergunto sem entender nada — Eu tenho que ir ver a Celine, por favor, vá embora, depois conversamos. Ela diz indo em direção ao quarto sem me dar a chance de falar mais nada. Saio do seu apartamento com milhares de pensamentos. Mas, a única frase que domina minha mente no momento é: Isso foi um erro. Por que ela acha um erro? Eu pensei que ela estivesse gostando. Sinceramente, não sei mais o que fazer para conquista-la.
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