Capítulo 8

1062 Palavras
Matheus Scott  Essas duas semana longe das minhas meninas foram as piores da minha vida! Para completar minha falta de sorte, venho sendo infernizado por minha ex. A Jackelynne e eu, tivemos um envolvimento de 4 anos, eu achava que ela era a mulher perfeita para mim, até que a peguei transando com seu chefe no escritório dele, ela até tentou argumentar, mas eu não sou b***a. Tive meu coração despedaçado, jurei nunca mais me apaixonar novamente. Até que conheci a loira que roubou totalmente meu coração, mas não esperava que ele se quebrasse novamente... Hoje pela manhã recebi uma mensagem sua, mas não tive coragem de abrir. Sou despertado dos meus pensamentos quando o porteiro me informa que ela está lá na portaria. O que será que ela quer? Autorizo sua entrada, e aguardo ansiosamente sua chegada. Não demora muito até que ouço o barulho da campanhia Atendo e ela está linda segurando a Celine nos braços. — Boa noite Matheus Ela diz — Boa noite Mônica. Respondo . — Entre. Digo lhe dando passagem. Ela observa todo meu apartamento — Então, o que te trás aqui? Pergunto. — Quer beber algo. Ela n**a com a cabeça e antes que que fale algo, sou surpreendido com a Celine estirando os braços em minha direção — Papa...Papa. Ela diz com os bracinhos estirados. Não consigo segurar a emoção. — Papa. A Celine repete Pego a pequena dos braços de sua mãe e encho seu rosto de beijos. — Meu amor. Digo a abraçando. — Como senti sua falta. sussurro. A Celine deita a cabeça nos meus ombros e abre a boca em um bocejo. — Matt, podemos conversar? Ela pergunta apreensiva — Claro. Digo — Matheus.... Ela começa a falar mais é interrompida pelo barulho da campanhia — Vou ver quem é. Digo com a Celine ainda no seus braços — Ok. Ela diz Abro a porta e não acredito em quem estou vendo na minha frente. Que merda ela faz aqui? — O que faz aqui? Pergunto tentando não ficar irritado. — Meu amor, eu vim te ver. Ela diz com voz irritante. — Eu não sou seu amor Jackelynne, como você fez para entrar aqui? Pergunto e ela invade minha sala sem ao menos ser convidada. — Eu tenho meus meios, quem é essa? Ela pergunta apontando para Mônica com nojo. — E quem é essa daí nos seus braços. Como pude gostar dessa mulher algum dia? — Não te interessa, vai embora da minha casa, por favor. Digo tentando manter a calma. — Amor.... Ela tenta me abraçar — Jackelynne, pela última vez, vai embora, não temos mais nada, me esquece e se quer tanto saber quem são essas daqui, eu falo. Digo e ela cruza os braços esperando uma resposta. — Estou esperando. Ela diz Só não bato nela por que é crime e eu jamais bateria em nenhuma mulher. — Essa daqui é minha família, minha namorada e minha filha. Digo Sinto o olhar da loira me queimando, mas não me atrevo a olhar pra ela. — Como pode? Você é meu Matheus. Ela diz — Eu não sou seu, vai embora, antes que eu chame os seguranças. Digo travando o maxilar. — Eu vou, mas eu volto. Ela diz e sai pisando duro. Respiro fundo antes de encarar a loira novamente . — Mônica, me desculpe por isso, eu não deveria ter falado que.... Ela me interrompe. — Não tem problema Matheus. Ela diz . — Bom, eu vou ser direta, eu vim aqui, porque não aguento mais ficar longe de você, eu sinto falta da sua companhia, sinto falta do seu sorriso, do seu olhar, do seu carinho, não só eu, mas a Celine também sente muito tua falta. Ela diz me deixando surpreso com suas palavras. — Mônica, eu... Sou interrompido novamente — No dia em que saímos para jantar, confesso que fiquei morrendo de ciúmes do jeito que a recepcionista se jogou pra cima de você, e o nosso beijo Matt, não foi um erro, eu amei, me perdoa pela coisas que te falei, podemos recomeçar? Ela pergunta A analiso, mas não respondo nada. — Matt... Não a deixo falar já que percebi que a Celine dorme tranquilamente em meus braços, mas é bem melhor que colocar na cama. — Deixa eu deitar a Celine na cama. Digo e vou em direção ao meu quarto com ela me seguindo . Coloco a Celine na minha cama e a rodeio de travesseiro. — Loira, eu te amo, confesso que fiquei muito magoado com o que você falou, mas eu não vou negar que te quero muito, eu te perdôo se você prometer não fugir mais, que não vai deixar sua insegurança te dominar, que vai me dar total acesso ao seu coração para te fazer feliz. Digo me aproximado e colocando uma mecha do seu cabelo atrás da orelha. — Eu prometo. Ela sussurra e me surpreende com um beijo Nossas bocas tem os encaixe perfeito! Nos separamos quando nos falta ar. Ficamos com a testa colada, até que somos interrompidos pelo barulho de um celular. É o da Mônica Ela ler a mensagem e fica pálida. — Que foi loira? Pergunto — Ele voltou....... Ela diz Ele? Ele quem? Merda, será quem eu tô pensando? — O Thomas. Ela diz baixo — Eu não acredito que aquele filho da p**a teve a audácia de mandar mensagem pra você. Digo irritado. — Eu tô com medo Matt. Ela diz sussurrando. Vou até ela e a abraço. — Vai ficar tudo bem loira, eu vou cuidar de vocês, eu prometo. Digo beijando sua cabeça. Eu nunca fui um homem violento, mas se esse infeliz encostar o dedo nelas, eu não responderei por mim. — E se ele tentar fazer alguma coisa? Ela pergunta — Ele não vai Mônica, não vou permitir, olha...É....Por que você não vem morar comigo? Pergunto e ela me encara. — Matt...Eu não acho uma boa ideia de estamos tentando agora e..... A interrompo — Mônica, me deixa te fazer feliz, vem morar comigo, se você não quiser ficar comigo em um quarto, eu mando organizar um quarto de hóspedes do jeito que você quiser....Podemos fazer o quarto da Celine também, eu só quero te proteger. Digo Ela me analisa e respira fundo antes de me dar a resposta. — Matt, eu....
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