Capítulo 40:

3669 Palavras
Ashlyn   Minha boca se escancarou quando Hilary levantou a lingerie, se aquela que ela usava era indecente, esta era bem pior. A lingerie era preta, vinha com cinta liga e meia calça transparente. Tinha três lacinhos vermelhos na frente, um para cada seio e um sobre a região intima, mas toda a barriga ficava de fora e a parte dos s***s eram cobertas por tiras que se cruzaram na alça formando um quadrado na parte de cima. Pelo jeito o nível de álcool estava subindo de acordo com a falta de pano naquelas lingeries. - Quem deu? - Scar perguntou com um sorriso diabólico no rosto. - Foi você sua cretina! - Hilary riu. - Acertou e eu exijo que você vista essa. Arregalei os olhos, Scar era muito mais pervertida do que eu pensava. Será que ficará assim graças ao Oliverer? O que aconteceria comigo, então, namorando seu primo? - Eu acertei, não devia vestir. - É isso ou outro gole de tequila. Hilary suspirou derrotada, foi com Scar até o banheiro que fez questão de levar salto altos junto. Quando minha amiga apareceu, as meninas na sala ensandecidas bateram palmas. - Hilary você vai salvar nosso semestre com o professor Austin. Minha amiga escondeu seu constrangimento, enquanto tentava se equilibrar nos saltos e voltar para o sofá e continuou abrindo os embrulhos. O próximo era uma lingerie preta de oncinha, que vinha com luvas e uma máscara para os olhos, achei uma das mais decentes até agora. A próxima lingerie era apenas uma calcinha e sutiã pretos de renda, mas muito bonita também. Outro embrulho trazia uma lingerie inteira vermelha com cinta liga e algemas da mesma cor. - Huuumum, Hilary vai prender o teacher na cama. - uma das meninas brincou e pelo seu estado vimos que começava a ficar bêbada. Hilary também já começava a ficar bêbada. A única lingerie que ela tinha acertado era da Scar e eu já tinha perdido as contas de quantos copos de tequila ela tinha bebido. Minha amiga continuou abrindo os embrulhos. Uma lingerie roxa e preta apareceu na nossa frente, tinha só um pedaço de pano na frente e pelo buraco nela dava para ver que os b***s dos s***s e sua região íntima ficaria de fora. A próxima lingerie era azul, uma das poucas descentes que apareceu. Tinha uma fita azul abaixo do busco que subia para o pescoço. O b***o era rendado e era toda transparente. Sorri. - Quem deu? - Scar perguntou. - Foi você né Ash?! - Hilary fez bico e me encarou. Assenti, eu tinha amado aquele tom de azul e sabia que ia ficar lindo nela. - Obrigada amiga! - ela sorriu. Faltavam apenas dois embrulhos. Hilary abriu o penúltimo e seus olhos se arregalaram. - Isso não é uma lingerie. Realmente não parecia uma lingerie e sim uma calcinha presa a diversos fios, imaginei o trabalho que daria colocá-la. As meninas para lá de bêbadas começaram a mandar Hilary vestir aquela, mas ela se recusou a ficar mais pelada do que já estava. Tomou mais um gole de tequila e abriu o último embrulho. Suspirou ao ver uma espécie de espartilho preto cheio de fitas para amarrar bem justinho na altura do pescoço e abaixo dos s***s. As fitas se entrelaçaram e desciam por toda a barriga. O buraco bem no meio da calcinha deixava bem claro o que ia passar por ali. De repente me imaginei usando uma lingerie daquelas enquanto Garrett me penetrava. O pensamento me fez corar e decidi que devia parar de beber. - Chega! - Hilary bateu as duas mãos na mesa quando bebeu o último copo de tequila. - Você é uma péssima adivinhadora. - Scar implicou e levou a garrafa vazia de volta para a cozinha. - Pelo menos acertei das minhas melhores amigas. - ela sorriu para mim e pisquei para ela de volta. Scar não sabia, mas o sorriso que eu dei quando Hilary puxou a lingerie azul era um sinal de que aquela lingerie era a mim. Havia sido algo que eu e minha amiga combinamos uns dias atrás. Era nosso segredinho. Scar ligou o som e as meninas gritaram e começaram a dançar. Eu dei risada quando vi algumas se esfregarem nos pôsteres pendurados nas paredes. - Como você está amiga? - sentei ao lado de Hilary. - Meio mole. - ela respondeu e deitou a cabeça no meu ombro. - Ah vocês duas não vão ficar sentadas aí, vamos dançar. - Scar puxou nós duas pelas mãos. - Antes preciso tirar isso. - Hilary tropeçou meio bêbada. - Vem eu te ajudo. - puxei minha amiga e a levei para o quarto. Depois que Hilary trocou de roupa e colocou um vestidinho mais confortável voltamos para a festa.   Já passava de uma hora da manhã quando nossas convidadas começaram a ir embora totalmente trôpegas. Scar e eu entregamos a elas uma sacolinha vermelha, dentro tinha o pênis de borracha usado na decoração, olhinhos de massagem, batom vermelho no formato de um pênis e dois dadinhos: um com regiões do corpo escrita nele e outro com definições de caricias. Ou seja para usá-lo a pessoa teria que jogar ambos os dados e descobrir que caricia ia receber e em que parte do corpo. - Ash corre aqui! Meio mole corri até o banheiro e fiz uma careta. Hilary estava com a cara enfiada na privada e Scar segurava seus cabelos. - Até que demorou pra ela começar a colocar tudo pra fora. - dei risada me sentindo alegrinha. - Eu sujei toda a toalha daqui, pega outra pra mim. Corri até meu quarto, abri a porta e arregalei os olhos. Uma garota estava na minha cama, fazendo s**o o**l com um pênis de borracha. - Hei na minha cama não! - protestei dando risada. A garota se levantou resmungando e passou por mim, completamente bêbada, conversando com o pênis. Peguei a toalha, um elástico de cabelo e voltei correndo para o banheiro. O cheiro de vômito embrulhou meu estômago e comecei a respirar pela boca. Molhei a toalha na pia, entreguei para Scar e ela molhou a nuca de Hilary. - Ela vai ter uma ressaca do caramba amanhã. - puxei os cabelos dela e amarrei com o elástico, comecei a rir sozinha, definitivamente eu não estava muito bem. Esperamos Hilary esvaziar o estômago para darmos água para ela e a colocarmos na cama. De olhos fechados ela resmungou o tempo todo. A jogamos na cama e como a roupa dela estava limpa e nem eu ou Scar estávamos em condições de trocá-la, tiramos seus sapatos e a deixamos lá. Voltei para sala me sentindo meio mole, eu não era de beber, então pouca coisa já surtia efeito em mim. Com a ajuda da Scar, expulsamos as meninas do apartamento. Uma delas arrancou um pôster da parede e saiu abraçada com o cara da foto, resmungando e rindo. Rindo de alguma coisa que eu não sabia explicar, tranquei o apartamento e fui para o meu quarto. Deitei na minha cama e vi um pênis roxo de borracha no chão, não era o que estava na boca da menina então o peguei. - Oi... Qual seu nome? - fiz uma vozinha e chacoalhei o pênis como se ele estivesse conversando comigo. - Ash e você? - Eu sou o roxito. - dei risada. - Roxito é ótimo! Qual sua idade? - voltei a fazer uma voz fininha.     Garrett   Acordei com meu celular tocando e me preocupei ao ver que eram quase duas horas da manhã. Minha preocupação aumentou ao reconhecer o número da minha namorada. - Ash?! - GARRETT! - ela gritou numa vozinha animada, como se não soubesse que eu iria atender. Comecei a rir sem acreditar que ela estava me ligando e naquelas condições. - Você está bêbada? - perguntei para confirmar. - Acho que tô, isso explicaria porque um pênis de borracha roxo estaria sorrindo pra mim. - suspirou. - O que? Ash você está com um pênis de borracha na mão? Como assim? - Scar teve a ideia de dar de lembrancinha para as meninas. - E você me ligou pra me contar como está se divertindo com ele? - dei risada. - Não, liguei porque queria ouvir sua voz, queria que você estivesse aqui e que esse pênis fosse o seu... E que você estivesse entrando e saindo dentro de mim bem devagarinho. - suspirou de novo. As palavras dela fizeram meu p*u despertar na mesma hora. Não acreditava que ela estava me dizendo essas coisas e que eu estava aqui sem poder fazer nada. Bom talvez eu pudesse fazer algo a respeito. - Ash não brinca com fogo, senão eu desligo o telefone e vou até ai. - Então vem, não quero brincar com um pênis de borracha. Quero brincar com o seu. - ela sussurrou, em seguida escutei um barulho ao fundo, acho que ela acabou de jogar aquela coisa de borracha no chão. - Estou indo pra aí, esteja acordada pra ver o que vou fazer com você. - me levantei da cama com mil ideias rondando minha cabeça. A d***a da minha perna engessada dificultou o serviço, mas consegui até que de forma rápida pegar o celular, carteira, camisinhas e dinheiro para um táxi. Se eu pudesse dirigir minha moto, estaria naquele alojamento em um piscar de olhos. Levei quase meia hora para chegar, mais do que o dobro do que levaria se estivesse na minha Ducati. Eu não queria tocar a campainha e acordar alguém, então liguei pra Ash, avisando que estava subindo. Quando cheguei no corredor, a porta se abriu e ela apareceu. Estava com o cabelo levemente bagunçado e as bochechas coradas. Usava uma lingerie vinho de alcinha toda transparente e bem curta. Bastou aquela visão para mais um milhão de ideias surgir na minha cabeça. - Você tá sexy pra c*****o Ash! - a olhei de cima abaixo. - Que bom que você gostou! - ela se escorou no batente da porta e passou os dedos pelos lábios, me olhando de forma provocativa. Quem era aquela garota na minha frente e o que tinha feito com a minha namorada? Definitivamente o álcool tinha revelado um lado da Ash que eu desconhecia, mas estava louco para ser apresentado. - Vamos entrar ou quer que eu pegue você de jeito aqui no corredor mesmo? - sorri com malícia. Ashlyn retribuiu meu sorriso e molhou os lábios com a língua, ou ela entrava agora ou eu ia fazer um estrago com ela, ali naquele corredor. Por sorte ela entrou e tratei de ir atrás. Quando vi a decoração do apartamento arregalei os olhos. Atravessei a sala e parei em frente ao mural. Dei risada quando vi o que tinham escrito. - Ash de quem foi essa ideia? - a encarei. - Minha e da Scar? - ela deu de ombros e fez bico. Foi até a cozinha, fugindo do meu alcance e voltou logo depois com uma garrafa de tequila. - Por que você não bebe um pouco, gatinho? Ela não esperou eu obedecer, abriu a garrafa e jogou na minha boca. A bebida escorreu pelo meu pescoço e molhou minha blusa. Antes que eu pudesse reagir, a boca de Ashlyn estava sobre a minha, lambendo a bebida dos meus lábios e todo o rastro dela pelo meu pescoço. p***a, assim não há homem que resista. Larguei as muletas no chão e com as mãos livre agarrei sua cintura e tomei a garrafa das mãos dela. Foi minha vez de jogar a bebida em sua boca. Ashlyn riu antes de eu beijá-la e gemeu logo em seguida, quando puxei seu cabelo para trás e lambi seu pescoço, por onde a bebida tinha escorrido. Deixei a garrafa na bancada, arranquei o mural que estava preso na parede ao lado e pressionei as costas da minha namorada ali. Peguei a tequila outra vez e encharquei seu pescoço com a bebida, deixando escorrer para dentro da lingerie. Suguei o pescoço dela sorvendo toda a tequila, lambendo sua pele macia que agora cheirava e tinha gosto de tequila. Meu p*u latejava dentro da minha bermuda de tão e******o e o pressionei de encontro à Ashlyn. Não via a hora de estar dentro dela. - Garrett! - ela gemeu arranhando minhas costas por baixo da minha camisa. Subi minha língua pelo pescoço dela, lambendo sua garganta. Lambi e chupei seus lábios antes de beijá-la com uma fome que eu nunca tinha experimentado antes. Minha mão livre desceu pela perna dela e agarrou sua coxa, subi por baixo da lingerie e gemi quando notei o quanto ela estava excitada. - Ah, Garrett... Por favor. - ela suplicou quando a toquei. - O que você quer? - gemi, meus dedos tocando as extremidades da b****a dela. - Você, por favor, eu tô implorando. - suplicou e desceu a mão para dentro da bermuda. Gemi quando ela agarrou minha b***a. Meti dois dedos dentro dela e Ashlyn cravou os dentes no meu ombro para não gritar. Tive que lembrar a mim mesmo que Scar e Hilary dormiam ali perto, então não podíamos fazer muito barulho. - Olha só o que eu vou fazer com você. - rosnei enfiando e metendo meus dedos dentro dela cada vez com mais força. Ashlyn puxou meu rosto pra si e me beijou com urgência. O álcool a tinha despido de qualquer pudor e eu gostei do resultado. Não queria que ela ficasse bêbada sempre de agora em diante, mas talvez depois dessa noite nossas relações sexuais ficassem mais apimentadas. Meus dedos pararam de penetrá-la, puxei a alça da lingerie até revelar seus s***s. Agarrei sua cintura com uma mão, a outra ainda segurando a garrafa. Minha perna engessada protestou quando me apoiei nela pra deitar Ash no chão da sala, mas eu estava tão e******o que m*l prestei atenção. Me ajoelhei no chão, largando a garrafa do meu lado e a despi totalmente. Ashlyn sorriu inclinando o tronco para me ajudar e tirei a calcinha. A visão nua dela, era uma perdição. O mundo não fazia ideia da garota maravilhosa que tinha perdido, porque Ashlyn era só minha, e seria assim pro resto da vida. - Que você tá me olhando? - ela reclamou fazendo bico, vi suas bochechas ficarem vermelhas, mesmo com o álcool eu ainda conseguia deixar ela constrangida. - Só estou admirando a garota mais linda do mundo. A minha garota. - sussurrei e peguei a garrafa. Derramei um pouco na barriga dela e Ashlyn riu e se contorcendo. Suguei a bebida, o mais divertido foi lamber o que ficara no umbigo. Ela riu e puxou uma almofada do sofá para cobrir o rosto, exatamente como fez na minha casa. Subi um pouco mais, deixei cair um pouco da bebida sobre o seio dela e suguei todo o caminho que a bebida fez, minha língua brincou com o mamilo intumescido dela. Quando olhei para cima e vi que Ashlyn segurava a almofada de encontro ao rosto com as duas mãos e com bastante força. Seus gemidos saiam abafados enquanto ela se contorcia embaixo de mim. Dei o mesmo tratamento ao outro seio, derramando e sugando a bebida em cima dele. Íamos precisar de um banho, mas seria impossível com minha perna engessada e Ash naquelas condições. Tomei um gole de tequila e a segurei na boca, puxei o travesseiro do rosto de Ashlyn e antes que ela fizesse algo a beijei. Ela gemeu de encontro a meus lábios quando passei para a boca dela um pouco da bebida retida na minha. Nossas línguas com sabor de tequila se acariciaram, acho que aquela estava sendo a melhor transa da minha vida. A primeira de muitas outras que viriam, e todas com a Ash. Suas mãos agarraram minha b***a e ela protestou quando me afastei, voltei a jogar tequila em sua barriga e lambi toda a região do seu umbigo. Ashlyn voltou a agarrar a almofada de encontro ao rosto, então não viu o que eu estava prestes a fazer até ser tarde. Afastei suas pernas e ela se contorceu violentamente quando derrubei a bebida por toda sua b****a. Lambi os lábios dela e suguei seu c******s, o gosto dela ainda melhor misturado a tequila. Ashlyn cravou as unhas na almofada, conseguia ouvir ela ofegar e xingar enquanto eu a lambia, derramava mais tequila e a lambia de novo, penetrando minha língua dentro dela. - Garrett! - ela me chamou largando a almofada ao seu lado. - Essa é a melhor tequila que já provei sabia? - provoquei e dessa vez fiz diferente. Enchi minha boca de tequila e cobri o c******s de Ashlyn. O gosto explodiu na minha língua me fazendo engolir e sugar ao mesmo tempo aquele pontinho delicioso e pulsante dela. - p***a Garrett! - ela xingou, as unhas cravadas no tapete. Meti de novo dois dedos dentro dela, enquanto contornava seu c******s com a minha língua. Ashlyn gemeu alto dessa vez, sem conseguir se controlar e estremeceu embaixo de mim. - Fica de quatro minha delícia! - gemi afastando minha boca dela. Ashlyn sorriu, totalmente corada e ofegando. Ainda mole pelo o*****o e pela bebida, ela obedeceu e ficou de quatro. Me livrei da minha bermuda o mais rápido que conseguiu e afoito, abri a c*******a e a deslizei pelo meu p*u. Encarei a garrafa de tequila ao meu lado, eu não sabia se Ashlyn ia me dar autorização para aquilo, mas não resisti. Derramei a bebida pela b***a dela e dei mordidinhas ali. - Garrett! Afastei uma nádega e joguei mais bebida, quando escorreu pelo vão, não aguentei e lambi a região. Ashlyn teve outro sobressalto, mas não me impediu. Minha língua contornou toda a região anal dela, estava lhe dando o melhor beijo Grego com toques de tequila. - Oh... p**a m***a! - ela gemeu e escondeu o rosto de encontro a almofada. Joguei mais tequila ali, gostado da reação da minha namorada versão devassa e boca suja, eu sabia que tinha culpa nisso. Meus dedos avançarem para parte da frente dela, até chegar ao seu c******s. Ashlyn xingou de novo, enquanto meus dedos estimulavam seu c******s e minha língua contornava toda sua região anal. Ela deu um grito abafado quando gozou de novo e não consegui mais esperar. Larguei a bebida no chão, agarrei o quadril dela e de uma vez só penetrei meu p*u dentro dela. Nós dois gememos juntos. - Me fode Garrett! - ela suplicou agarrando a almofada. Me pedindo assim, quem era eu pra lhe negar alguma coisa. Meu p*u saiu completamente de dentro dela. Ashlyn gemeu de frustração, mas logo eu estava enfiando dentro dela de novo com toda a força. Eu estava com medo de machucá-la, mas acho que a tequila estava me afetando também, anulando meu autocontrole. Meti de uma forma alucinada, de um jeito que nunca tinha feito com ela antes. Quando estava prestes a gozar, eu parei e sai de dentro dela. - O que foi agora? - ela suspirou e me encarou por cima do ombro. - Deixa eu meter em você aqui? - meus dedos roçaram a região anal dela, com muito cuidado e apreensivo meti um dos meus dedos ali. Ashlyn gemeu praticamente se desmanchando, sem forças para falar alguma coisa, ela concordou com a cabeça e aquilo foi o suficiente pra mim. Eu já tinha feito s**o anal antes, poucas vezes, mas nunca tinha me preocupado com uma garota como estava me preocupando com a Ash naquele momento. Meus dedos penetraram a b****a dela, enquanto meu p*u forçava a passagem por trás. Nós gemíamos juntos conforme ela cedia e eu avançava. - Oh! - gemi, puxando o ar entre os dentes, quando a penetrei por completo. Deixei meu p*u dentro dela por alguns instantes, sentindo as paredes da sua região anal o pressionarem. Aquilo era bom pra c*****o, mas nunca faria isso de novo se não fosse da vontade dela. Uma parte do meu p*u saiu de dentro dela e voltou a penetrá-la. Com meus dedos acariciando-a na frente, Ashlyn se mantinha relaxada. Aumentei a pressão e o ritmo no limite permitido. Ela cravou as unhas no tapete e o rosto na almofada e eu mordi meu lábio inferior para não gritar. Minhas fantasias não tinham feito jus ao que estava vivendo naquele momento. Cravei meus dedos no quadril dela e continuei penetrando-a por trás. Gozei gemendo, gritando, sussurrando o nome dela, enquanto me desfazia em cima dela. Sai de dentro dela e Ashlyn tombou no chão exausta, ofegando. Eu estava nas mesmas condições, quando deitei ao lado dela. Vi que tinha uma manta no sofá de dois lugares, a puxei e cobri nós dois. - Essa foi a melhor noite da vida! - ela murmurou grogue de sono e ainda bêbada. - Também foi a melhor da minha vida. - a puxei pra mim, aninhando sua cabeça no meu ombro. - Agora descansa um pouco, meu amor. Depois a gente dá um jeito de ir pra cama. - sussurrei, roçando os lábios pela testa dela. Ashlyn assentiu com a cabeça, seu braço envolveu meu quadril e sua mão ficou repousada ali. Abaixei a cabeça e fiquei encarando o rosto dela suado, com a maquiagem borrada, mas completamente linda. Se existia alguma parte do meu coração que não tinha se apaixonado por Ash, essa parte tinha acabado de desaparecer. Senti que depois dessa noite eu seria capaz de amá-la ainda mais, de ir ao inferno e voltar por causa ela. Se restava alguma dúvida de que ela era o amor da minha vida, tinha acabado de desaparecer. Eu nunca mais ia poder ser de outra garota. Essa noite eu tinha roubado Ashlyn para mim e ela deixou claro que também tinha me roubado completamente para ela. Minha necessidade, meu amor, minha devoção por ela e todo o resto tinham aumentado. Eu ia amar loucamente essa garota adormecida nos meus braços, até o último dia da minha vida e muito mais além disso.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR