O senhor cessa os passos assim que me ouve, mas permanece de costas para mim. ― Pai? ― tento certificar-me de que realmente era ele. O senhor se vira e finalmente consigo ver o seu rosto nitidamente. Era ele mesmo. ― Alissa? ― reconhece-me. Ele parecia emocionado ao me ver. ― Olha só para você. Você cresceu tanto! ― hesitante, ele se aproxima de mim. ― Eu posso te abraçar? ― pergunta. Concordo com a cabeça e o mesmo realiza o ato, apertando-me fortemente. ― Você é igualzinha a sua mãe. ― Diz ao analisar a minha face. ― E... E as meninas? Onde estão? Não as vejo desde quando eram apenas um bebê. Sua mãe está bem? Continuam no Brasil? E... E você? O que está fazendo aqui? Acabo soltando um risinho ao vê-lo me metralhar de perguntas. ― Estão todas bem. E eu estou trabalhando aqui.

