Às duas da manhã, uma batida leve soou a minha porta. Estava imediatamente em alerta, com Darabela também já de pé. - Precisamos ir a sala de reuniões. - Edras disse como cumprimento, então olhou para minha camisola e deu um sorriso preguiçoso. - Bela roupa, amor. - Gosta de se ouvir falar, não é? - retruquei. - Tem cinco minutos. - respondeu. - Ande logo. - Fica melhor gemendo meu nome. - cantarolei. - E você fica melhor com minhas mãos em seu pescoço. - cantarolou de volta. Bati a porta em sua cara e Edras gargalhou. - Vocês dois... - Darabela já havia ajeitado a cama. - Se arrume. - falei, jogando uma muda de roupas em sua direção. - Vou carregá-la até o inferno comigo. - Por que a preocupação? - retrucou. Vesti minha roupa e me armei. - Porque se Edras bate a minha por

