O motorista me deixou na frente do hospital particular no centro e eu entrei, desesperada.Parei na recepção, perguntando por notícias dele. _Cauã Medeiros?_a funcionária perguntou olhando uns papéis._Ele acabou de dar entrada, está passando por uma cirurgia agora. _Cirurgia?O acidente foi muito grave? _Pelo visto, sim.Você é parente?_ela perguntou. _Não, eu sou uma amiga. _Ah sim, a Laura, certo?_confirmei com a cabeça, olhando para os lados, procurando alguém que pudesse ser parente dele. _E onde estão os familiares mais próximos? _Ah, tentamos entrar em contato, mas a empregada dele comunicou que o Cauã não tem parentes vivos.Ela é sua única companhia._ele não tinha ninguém, talvez por esse motivo o meu nome estivesse no topo da lista de contatos.Agora fazia todo sentido. _Tudo b

