Rayla foi para casa chateada com Gael, ela não queria mais ter que olhar na cara dele, mas não ia dar esse gostinho para Danna, porém também não ia facilitar as coisas para ele. Foi direto para o quarto. Ouviu a porta sendo aberta.
Rayla: Oi, Tê!
Tereza: O que foi, minha menina ?
Rayla: Estou um pouco chateada.
Tereza: Por causa da briga com o menino Gael?
Rayla: Sim
Tereza: Não seria mais fácil, vocês conversarem?
Rayla: Sim, mas preciso ficar sozinha primeiro, eu não vou terminar com ele, mas eu quero que ele se sinta m*l, por ter defendido aquela bruxa. Tereza riu
Tereza: Vocês jovens as vezes são dificies de entender. Riu - Mas eu acho que ele já deve está se sentindo m*l com isso
Rayla: Pode até ser, mas ele tem que ver que não vai ser um pedido de desculpas que vai resolver tudo.
Tereza: Bom, eu não vou me meter, mas não pegue pesado com o rapaz. Riram.
Rayla: O que seria de mim sem você, Teh?
Tereza: Eu amo você, minha menina
Rayla: Eu senti tanta sua falta durante os anos que fiquei naquele colégio.
Tereza: Eu também sentia muito a sua falta, queria tanto te ver.
Rayla: Eu sei, você e meu irmão são únicos que se importam comigo.
Tereza: Seu pai está arrempendido.
Rayla: Ele pode está arrempendido, mas isso não apaga tudo o que ele fez, não apaga tudo que passei no colégio.
Tereza: Pense que pelo menos você conheceu o Gael naquele colégio.
Rayla: Isso é a única coisa boa de tudo isso.
Tereza: Não vamos falar do passado, o importante é que agora você está aqui.
Rayla: Tem uma coisa que não sai da minha cabeça.
Tereza: O que?
Rayla: A minha mãe quando estava discutindo com meu pai disse Ba, mas não terminou, pode parecer loucura mas eu acho que ela iria dizer bastarda, quem é a bastarda Teh? Tereza ficou branca igual um papel - Teh, você está bem?
Tereza: Estou, er....eu....não entendi o que quis dizer.
Rayla: Você trabalha aqui há anos, deve saber o que ela quis dizer com isso.
Tereza: Eu acho que você tão chateado com o Gael que está inventando coisas.
Rayla: Eu não sou boba, Teh.
Tereza: O fato dela não ter terminando a fala, não ueer dizer nada, esse Ba pode ser qualquer coisa, até mesmo um nome de alguém.
Rayla: Você acha que meu pai tem ou teve uma amante?
Tereza: Menina, que isso? Você hoje tirou o dia para falar besteiras.
Rayla: Não quer me falar, tudo bem.
Tereza: Você deveria ser investigadora. Mudou de assunto.
Rayla: Eu nem vou comentar nada, mãe.
Tereza: Eu gosto tanto quando me chama assim. Disse emocionada.
Rayla: Mas pra mim é o que você é para mim, minha mãe.
Tereza: Você é a filha que eu nunca pude ter. Disse e abraçou Rayla. - Sempre vou te proteger.
Enquanto Rayla e Tereza conversavam, Gael se enfiou no trabalho. Ele tinha que se concentrar no trabalho, mas só conseguia pensar na Rayla.
Maitê: O que foi?
Gael: O resultado deu engativo.
Maitê: Graça a Deus né, isso é uma alegria e então por que essa cara de enterro?
Gael: A Ray estava certa, eu briguei com ela, por causa da Danna, ela hoje pela manhã me tratou com tanta frieza, não me atende, já mandei várias mensagens mas ela nem me respondeu. Será que ela não vai me perdoar?
Maitê: A frieza dela você bem que merece, foi um i****a, porém não acredito que ela vai terminar com.voce por isso, o amor de vocês é muito forte.
Gael: O que eu faço?
Maitê: Implora.
Gael: Se ela pelo menos quisesse me ver né, eu imploraria.
Maitê: Você n******e chegar só com um pedido de desculpas, você tem que a surpreender, fazer uma coisa que a deixe sem palavras.
Gael: Ficaria muito clichê uma serenata?
Maitê: É romântico, mas a namorada é sua, você quem tem que saber se ela irá gostar disso, eu particularmente acho cafona demais.
Gael: Cafona?
Maitê: É, muito tradicional. Você precisaria fazer algo inovador sabe? Algo surpreendente.
Gael: Acho que já sei o que fazer.
Maitê: E o que é?
Gael: Do cafona ao inovador, só isso que posso dizer.
Maitê: Você é um péssimo irmão.
Gael: Não sou não. Riu