Ele se levantou de sua cadeira mostrando sua altura e passou dois de seus dedos para a ponte de seu nariz como se de repente se sentisse cansado. — Você tem que se proteger —respondeu —, você será enviado para outro centro militar. Olhei para ele atônito, eu estava tão fora de lugar que comecei a balbuciar até fechar a boca recuperando minha sanidade e ousei perguntar: — Mas por quê? Ele olhou para mim novamente, com os braços apoiados na mesa quando ele soltou: — Porque não é seguro para você aqui. Por alguns segundos ficamos sem dizer nada, apenas olhando um para o outro. Milhares de pensamentos cruzaram minha cabeça, ou seja, eu sido avisada que o Hanã estavam chegando, porque eles estavam perto do nosso perímetro, mas isso ainda significava que eles poderiam chegar aqui em um pis

