MARCOS MARQUES; No aeroporto, avisto meu pai a uma curta distância, ao lado da minha mãe, das gêmeas e do pequeno Raul. É bom vê-los, mas mesmo assim olho aí redor, procurando por mais alguém. — MANINHO! — elas gritam em sincronia, e correm pulando em mim, e quase me levando ao chão. — saudades! Te amamos. Minhas irmãs estão lindas! Com seus longos cabelos negros, e olhos tão escuro quanto, seguido de seu sorriso arteiro e infantil, mesmo que já tenham quinze anos. Ainda são minhas bebezinha. — também amo vocês. — beijo a bochecha delas, e sorri indo até meu irmão, e levantando em um abraço. — tudo bem Raul? — sim. — sorriu, também me beijando. — estou feliz que esteja de volta. Meu irmão Raul já tem oito anos, e foi inesperado, como todos nós. Minha mãe ficou sem falar com meu
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