74

1234 Palavras

Ela disse e saiu. Eu ainda estava absorvendo a ideia. E agora sim tudo fazia sentido, o que eu ouvi meu pai dizendo pro Phellype. Pai... O Toninho não é um pai, mas sim um monstro, como ele pôde? Eu deitei no sofá, agarrei uma almofada e comecei a chorar. Eu estava arrasada, como o Phellype conseguiu ser tão falso? Eu achei que ele mesmo me traindo sentia alguma coisa por mim, mas não, até nisso ele me enganou. Eu resolvi levanta e lavar o rosto, daqui a pouco ele estaria aqui e ai sim eu iria acabar com isso de uma vez por todas. Eu fiquei vendo TV o tempo toda, aguardando ansiosa pela chegada do Phellype. Alguns minutos se passaram e a campainha tocou. Eu fui até a porta e olhei através do olho mágico. Era o Phellype. Eu abri a porta e ele veio pra me dar um selinho, mas eu virei o rost

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR