Afronta

561 Palavras
Roberta Ele me puxou para perto de si depois de longos minutos metendo sem dó e delirando com meus gemidos.Foi quente e não posso negar que foi uma delícia sentir aquele jato quente dentro de mim quando ele gozou.Era errado e arriscado até demais, mas eu não ligava pra isso.No dia seguinte eu tomava uma pílula e estava tudo certo. _c*****o, mano..._ele disse se jogando na cama. _Gostou?_perguntei com um sorriso safado.Ele me segurou pelo cabelo e beijou minha boca. _Ainda pergunta, foi f**a pra caralho.Sério que tu veio até aqui pra t*****r?_não era a primeira vez que eu ouvia essa pergunta na vida, minha loucura geralmente espantava a maioria das pessoas. _Quando eu tô afim de uma coisa, não tem nada de que me impeça de fazer._subi em cima dele e dei uma mordida no seu pescoço antes de me levantar e começar a vestir a roupa.Ele me olhou, confuso. _Já vai?Não quer dormir aí?Tá meio tarde..._ele perguntou._eu durmo no sofá. _Haha, aí Patrick, sério?Claro que não, delícia._eu ri._Acho que você se esqueceu de com quem tá falando, né?_ele levantou a sobrancelha e acendeu um cigarro enquanto me olhava se vestir. _Quando quiser voltar pra repetir a dose, as portas estarão abertas. _Não vou esquecer dessa proposta, mas espero que você também não esqueça da minha sobre o Chapéu Mangueira._pisquei o olho pra ele que me deu um sorriso e fechei a porta indo embora dali.Estava aliviada e ia conseguir dormir em paz depois de fazer o que estava afim. Alexa Deixei o carro na entrada do Pavão Pavãozinho e subi, tinha muito tempo que eu não andava por ali assim, mas as coisas não tinham mudado muito.As crianças na rua brincando e as fofoqueiras de plantão no portões comprovavam que estava tudo sob controle.Os traficantes me olhavam de r**o de olho como se eu não fosse ninguém, talvez porque não estivessem me reconhecendo.Afinal, quem cuidava da maior parte das coisas agora era o Maurício e o Patrick e muita gente nova tinha entrado. _Qual foi, tu quer o quê?Pó, maconha, fala aí que aqui eu tenho de tudo._disse um deles parando na minha frente quando estava prestes a subir a escadaria. _Não quero nada, valeu._eu disse subindo mais um degrau quando ele bloqueou o caminho novamente, me olhando com um olhar m*****o. _O que a mocinha tá fazendo aqui sozinha uma hora dessas então?_os outros dois que estavam sentados riram e cochichavam entre si, eu já estava ficando p**a. _p***a, dá pra me deixar passar nesse c*****o? _E se eu não quiser?_ele me desafiou. _Vai tomar no **, tu tá achando que tá falando com quem?_puxei minha pistola da cintura e apontei pra cara dele, ele arregalou os olhos. _Magrinho, para de ser o****o e sai da frente da Alexa._era a voz do Patrick descendo a escada com sua arma na mão.O garoto olhou pra mim de novo completamente assustado e abaixou a cabeça, saindo de perto com os outros._O que você tá fazendo aqui uma hora dessas?O Maurício sabe disso? _E o Maurício agora virou meu pai?_retruquei sem muita paciência guardando a arma._Quero falar contigo, tem como ou tá ocupado? _Não, não tô ocupado.Vamos lá em cima._subi a escadaria atrás dele e por um momento tive uns flashes na mente ao passar pela porta da casinha.A última vez que tinha ido ali, tinha sido para matar o Pinheiro.
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