Capítulo Dezenove

1847 Palavras

Sebastian sorriu como se eu fosse a garota que ele precisava. Sabia que era mentira, mas acreditar nessas coisas, faz bem para a coragem florescer. Respirei fundo e me levantei da cadeira, indo com ele até o seu carro para que pudéssemos finalizar aquele serviço de uma vez por todas. Abrimos o porta-malas e Nathan ainda estava lá, desmaiado por causa das pancadas que havia levado na briga com Sebastian. Ele estava com cicatrizes e hematomas bem feios na verdade: o nariz estava quebrado, estava sangrando e havia um hematoma cobrindo quase o olho por completo e seu lábio estava sangrando também. Sebastian havia ganhado um lábio inchado, mas Nathan estava destruído comparado a ele. — Dentro do porta-luvas tem uma corda — falou ele comandando — pegue-a. Eu apenas assenti. Não questionei o

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