Josué Tirei o que tava entalado há muito tempo na minha garganta e não me arrependo, eu acho. O que me quebra é saber que provavelmente ela não vai me corresponder. Sou só um bandido de merda, não valho nada. — Josué… — Nadja olha para o chão. Seguro suas mãos com firmeza, para que ela não fuja, e beijo sua boca. Ela dá um passo para trás e não diz nada. — Jota… acho que ela não quer falar porque tá com medo da reação de um bandido ao levar um fora, mas tá claro que ela não corresponde. — PH entra entre nós. Nadja começa a gritar de dor e cai no chão, com as mãos na cabeça. Ela chora, fecha com força os olhos e pede por ajuda. — Nadja, o que foi? — pergunto e me abaixo ao lado dela, assim como o PH. — Nadja! — Tá doente muito! — Ela se encolhe. — É melhor a gente levar ela para o

