CAPITULO 9

1220 Palavras
Ela respondeu ao mesmo tempo sinalizando que não. - E onde ele está agora? – pergunta Kelly. Antes que ela pudesse responder, Emilly gritara em pânico, apontando para trás da babá, que se vira rapidamente e por cima dos seus ombros, vê um homem mascarado parado atrás de si, na beira do topo da escada, ele estava todo de preto e encapuzado da cabeça aos pés, em uma de suas mãos uma grande faca de caça. - Corre – gritou ela. E assim ela correu, indo pelo corredor com toda velocidade, Kelly fez o mesmo acompanhando-a, o assassino mascarado se lançou depressa em sua direção com o punho levantado, portanto a faca reluzente em seu ataque. Os passos eram rápidos das duas ao serem perseguidas no que parecia ser um pesadelo sem fim. Ele estava chegando perto, provavelmente as alcançariam, quando se viam a poucos passos da entrada do quarto, Kelly em toda sua vontade sobreviver, empurrou com toda força as costas da pequena Emilly para o quarto, lançando-a para dentro sem aos menos se preocupar se a machucaria. O que ela queria? poupá-la. Jogou -a para dentro onde caiu no chão de seu quarto, conforme a jogou, também se lançou para dentro do quarto de uma só vez. Agarrou a porta para que fechasse, empurrando seu corpo contra ela. isso poderia ser o fim do pesadelo, antes que a porta pudesse se fechar por completo, mas o braço do mascarado passou pelo vão impedindo o baque, em sua mão enluvada estava a faca. Kelly usou todo seu peso com as costas, se jogando contra o impacto, e sua batida estrondosa vinda dele tentando forçar a sua entrada. Ela estava tentando de todo jeito o impedir de entrar. Ainda tentando se manter firme, porém segurando com as duas mãos o atiçador da lareira. Extremamente agressivo e descontrolado, jogou o braço para várias direções tentando esfaqueá-la, no qual gritava ao ver a ponta da lâmina, mas perto de si a cada investida dele. - Sai daqui me deixa em paz – diz ela gritando. A faca por enquanto cortava apenas o ar, mas por quanto tempo isso. - Vai Emilly saia pela janela, ela dá voz de comando para a criança. Ela a obedece e corre em direção a janela, com lágrimas nos olhos, abriu-a com agilidade, já estava acostumada a fazer isso, quando brincava com seu primo quando ia visita-la. Ela se debruçou ao passar por ela facilmente, ficando com a barriga na borda e as perninhas para o ar. Escorregou para frente caindo de cabeça, onde desapareceu por um instante, o que causou um susto em Kelly. - Emilly – berrou Kelly. Em seguida ela aparece ficando em pé diante da janela, o telhado havia debaixo de si deixando-a em perfeita segurança, logo em seguida ela chama por Kelly, que a manda se esconder. O assassino jogava seu peso do seu corpo contra a porta em pancadas múltiplas, Kelly não iria aguentar por muito tempo. Mas dentre todas as pancadas que dava, uma foi mais forte que ela não foi capaz de resistir. Ele usou toda sua força bruta na porta que bateu contra as costas da jovem, arremessando -a para frente com violência, onde tinha caído de bruços no chão no centro do quarto. A porta se abriu completamente com um simples golpe do assassino mascarado, Kelly ainda estava se levantando, ficando de joelhos com seus cabelos jogados pelo rosto suando frio de nervoso, esticando a mão para pegar o atiçador de lareira que caíra próximo de si. Em passos largos e pesados, o assassino se aproximava, Kelly foi rápida, virando -se ainda de joelhos, lançando um golpe com o atiçador tentando acertá-lo, que se curvou recuando. Ela tenta pegar impulso para correr até a janela, passou pela a******a quadrada até a cintura ficando quase de cabeça para baixo, logo encontrou a telha e foi saindo, se joga para frente até deslisar, e então rapidamente recolheu as pernas. Que sorte, ela pensou, pois conseguiu sair sem que ele a pegasse. Olhando para dentro do quarto ela percebeu que ele não estava mais lá, havia desaparecido, ela segura a borda da janela fechando-a com força. Ficou olhando em volta, sem saber o que fazer, o telhado era fácil de escorregar, havia pouco espaço para caminhar até a borda, até encontrar um modo seguro de descer, e para isso teria que se manter grudada na parede e andar por uma estrita linha, ela fica aflita por não ver a pequena Emilly por perto. Emilly? Diz ela em tom bem baixo, com medo de ser ouvida. Um sutil medo de altura a arrebatou, mas devagar deslizando as costas e as mãos na parede, ela passou a dar passos de lado, torcendo para que não caísse, o espaço que seus pés tinham eram totalmente limitados, m*l cabia seu pé inteiro, então mantinham-no de ladinho, olhando para baixo se podia ver o gramado, era mais alto do que havia pensado. E haveria alguma forma além de pular? Ela pensou. Ficou procurando por qualquer coisa que pudesse facilitar sua descida, ao olhar para baixo viu pequenos vultos indo para parte de trás da casa. Ficou pensando se poderia ser o de Emilly Nesse surto de desespero, acabou perdendo o equilíbrio, dando um passo em falso, gritando em modo infane quando seu corpo despencou na superfície inclinada do telhado. Rolando sem parar entre as telhas, até que não houvesse mais sobre o que estar em cima, indo em queda livre. Um gemido seco saiu de sua boca, que estava aberta perdendo o ar, enquanto tentava recobrar o fôlego. Ela havia caído em cima do seu próprio braço esquerdo, deu sorte ele não ter fraturado, mas pela dor deslocou o ombro. Manteu o braço junto a si encostado no peito, contou com o apoio da outra mão para se erguer do gramado. Seguiu contornando a propriedade em silencio curvada e manca, e com muita dor, ela estava com medo de ser pega de surpresa pelo assassino, ela deu de frente com a varanda de trás. Emilly? Cochichou bem baixinho, mas não houve resposta. Estava um silêncio inquietante, na parte de trás da casa havia apenas uma mata fechada, escura, o medo a desencorajava de sair correndo mata adentro. Em sua frente havia alguns degraus que dava acesso a varanda da casa, subiu-os lentamente para não fazer barulho, embora isso fosse impossível, a madeira rangia a cada passo que dava de tão velha que estava. Ela andava vagarosamente, atenta a qualquer movimento, seja da criança ou do mascarado, ela não sabia onde procurar Emily isso a deixava preocupada. Ela passa a mão em seu bolso de trás da calça, mas seu celular não estava lá. Ela se apalpou toda tentando senti-lo, mas não havia nada. Ela se espanta ao ouvir uma batida aguda na janela, ela se vira esperançosa, achando que fosse a pequena Emilly, mas para a sua surpresa era o assassino mascarado parado do outro lado do vidro. Ela dá um grito de pavor, ele quebra a janela e vários estilhaço de vidro se espalha por todo lado em sua direção. Ela fecha os olhos, temendo que caísse algum caco em seus olhos, ela coloca o braço na frente do rosto para se proteger, se afastando pelo tremendo susto que havia levado.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR