capítulo 102

820 Palavras

Peixe narrando capítulo 102 continuação... O caminho até o quarto foi um dos mais longos da minha vida. Cada passo um peso, cada batida do coração um lembrete de tudo que tava em jogo. Quando entrei, lá estava ele. Russo. O tanque de guerra abatido. Tão diferente daquele cara que é fechamento a toda hora que precisar . Cheguei perto dele . A máquina apitava num ritmo constante. O rosto pálido, os olhos fechados, cheio de tubo, fio, aparelho. Mas respirando. Vivo. Fiquei em silêncio um tempo. Só olhando. Tentando assimilar que ele quase morreu por minha causa. - c*****o, Russo… murmurei, passando a mão no rosto. - Tu é doido, irmão. Sempre foi. Me sentei ao lado da cama, encostei os cotovelos nos joelhos, cabeça baixa. - Tu me conhece, sabe que eu não sou muito de oração. Mas hoje… h

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