Passeando

1256 Palavras

Geovana Sem mais nada pra fazer dentro daquela sala, voltamos para a boate e eu bebi mais algumas daquelas bebidas coloridas. Provei uma muito parecida com caipirinha e a bebida azul que Adrian havia tomado antes. Ele só tomou mais uma da azul, disse que era a única que gostava um pouco. Eu confesso que amei todas, não sabia dizer qual era melhor, o pior disso tudo é enfrentar as consequências: fui levada para o quarto praticamente carregada e acordei com uma baita dor de cabeça. — Tomei a liberdade de pedir um remédio pra você — escuto a voz de Adrian, mas m*l consigo abrir o olho. — Estão fazendo obra dentro do meu cérebro, a britadeira não para — comento e ele ri. — Também pedi uma bolsa de gelo e café forte com bastante açúcar. — Obrigada, Adrian, mas como você pediu? — Eu disse

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