Ele estava sentado nas escadas quando eu voltei. Com uma expressão doentia no rosto. - Fui confirmar se não tinha nada nos corpos que pudéssemos usar como prova diante do tribunal. - Eu justifiquei antes de ser questionada. - E encontrou alguma coisa? - Eu neguei com a cabeça. - Apenas um papel de bala. - Eu mostrei o papel que tirei do bolso do homem e enfiei de volta no bolso. - Os homens já tinham começado a queimar, e se tinha alguma evidência, perdemos. Ele apertou os lábios em uma linha fina e se colocou de pé. - Não resolveremos nada essa noite, portanto eu vou dormir. - Eu assenti. - Você deveria fazer o mesmo. - Vou em seguida, quero analisar por onde eles entraram… - A expressão dele endureceu. - Não. Você deve ir dormir, já fez muito por hoje. E preciso de você inte

