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1113 Palavras

Eu tentei afugentar do meu corpo o misto de sensações que ainda me dominavam, e não tive nenhum sucesso nisso. Eu me mantive sentada no capô do carro, com as pernas ainda abertas, depois das descobertas intensas que ele fez com a boca. - Se eu disser que não vou te matar. - Eu falei ofegante. - Tenho a chance de não ser denunciada ao tribunal? - Ele se manteve entre as minhas pernas, com as mãos apoiadas na minha cintura, como se de alguma forma ele esperasse que eu fosse fugir. - Em momento nenhum pensei em te entregar… - Ele estava completamente tranquilo enquanto falava. - Tornaria impossível para mim, fazer tudo o que quero fazer com você, caso eles te prendam ou pior. - As consequências para alguém como eu, com o meu histórico de crimes, seriam cobradas com carne e sangue. Eu não s

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