Ele não tentou me obrigar a explicar quando me puxou para dentro do quarto e sentou comigo no colo, enquanto eu chorava copiosamente. Ele apenas me abraçou e acariciou o meu cabelo enquanto eu colocava todas as minhas inseguranças para fora. Em algum momento as minhas lágrimas secaram e eu parei de soluçar. Quando ele se sentiu seguro ele me fez olhar para ele. - Oi. - Ele disse e eu fui obrigada a sorrir. - Estou bastante surpreso com a sua visita… - Ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto. - Se sente melhor agora? - Desculpe… - A vergonha se tornou a única coisa que eu sentia. - Tudo bem. Saiba que sempre que precisar de colo, eu estou aqui por você. - Eu assenti e sorri. - Agora, o que acha de tomarmos alguma coisa e você me conta o que fizeram com você? - Eu senti a dúvida fe

