3- Ao ataque

3162 Palavras
Revisado Bruno. Que aquele homem que se denomina meu patrão, é um gostoso isso eu não posso negar. Mais já havia pesquisado sobre o mesmo e vi que ele é muito do galinha, e já percebi seu olhar de desejo pra meu corpo. Mais se ele acha que vai me levar pra cama, ele está redondamente enganado. Fui até a cozinha da empresa, preparei o café dele e segui indo pra sala. Bati e ouvi um entre. Abri a porta e logo o serviço com seu café. Eu:  senhor terá uma reunião em uma hora na sala de reuniões, os colaboradores, e o pessoal da arte gráfica já estão a postos , e estou indo pessoalmente organizar a sala. Deseja algo? Rodrigo: no momento não preciso de nada. Mais  hoje vamos almoçar juntos, tenho um almoço de negócio e precisarei de meu secretário. Apenas assentir e fui pra sala de reuniões. Quando ia saindo, esbarrei em uma das secretarias da empresa. A Débora. Eu: me desculpe, estava tão concentrado que não olhei pra frente. Débora: não vê por onde anda não garoto? Quando eu for uma das donas aqui e casar com Rodrigo, eu farei questão de lhe demitir. E eu como estava? Pasmo, não sabia que Rodrigo era noivo. E outra garoto, não quero você de olhos no que é meu, Rodrigo me pertence. Eu serei uma Toledo e Silva muito breve. Havia perdido minha paciência, e não deixei ela falar o que quer comigo , há mais não ia mesmo. Eu: eu acho bom vc me respeitar, não é porque sou o secretário dele que significa que faço serviços sexuais pra ele, e se vc não tem garantia de seu taco, isso não é problema meu, mais não fique me dando o seu homem não, porque vai ter uma hora que se você continuar me dando eu vou tomar e não vou ter trabalho nenhum, não cruze meu caminho, pq eu não sou uma ameaça pra você, mais se quer jogar, iremos jogar. Passe bem Débora Santos. Sai dali espumando, queria era meter a mão na cara daquela v***a, mais como eu não sou açougueiro pra amacia carne de vaca seguir, pro andar da presidência. Ali naquele andar trabalhava eu e outra secretaria. Que era de um setor diferente do meu.. ela era um amor de pessoa e nos tornamos amigos , logo de cara.  Amanda: que foi Bruno, que cara feia e essa? Eu: você acredita que a tal noiva do chefe, veio me dizer que eu me afastasse dele, que ela vai me demitir, olha me falou tanta coisa que eu quase meto a mão na cara dela. Ela me olhava com cara de espanto. Que foi Amanda que cara de espanto é essa? Amanda:  amigo, deixa eu te falar, a Débora foi um caso antigo do chefe, ela não é noiva, ela sonha com isso, mais todos aqui sabemos que ele é BI, porém ele prefere mais homens que mulheres. E não se preocupe , pois Débora não é ameaça aqui, tanto que luta pra ser diretora e não sai do cargo de secretária. Eu: eu lá tenho tempo pra tá me preocupando com aquela maluca. Ouvimos o sinal do elevador, e de lá sai a Débora toda confiante.  Débora: oh coisinha, quero falar com Rodrigo, anuncie que eu quero falar com ele. Eu: em primeiro lugar aqui eu sou Bruno Tanure, pra você e senhor Bruno, não sou seu amigo e não lhe dei intimidades, segundo eu não vou anunciar nada, até porque ele não quer ser interrompido, terceiro não mais importante, pra falar com ele marque um horário e aí sim encaixarem, fora isso mande o que for por e-mail que será filtrado por mim, e passarei a ele. Ela ia abria a boca pra falar algo, mais novamente a interrompi. Não adianta falar nada, normas da empresa. Por favor volte de onde veio e marque seu horário. Ela nem quis saber de nada e invadindo, a sala do chefe com tudo. Eu fui atrás e pedi desculpas a Rodrigo. Ele pediu que eu desse licença, e eu e Amanda só ouvimos o grito de Rodrigo e uma Débora sair furiosa da sala. E ainda me ameaçou. Você me paga viadinho. Logo apos sai Rodrigo e pede que eu vá a sua sala.  Rodrigo: Bruno é verdade que vc tratou m*l a Débora? Eu:  em certas partes sim, não sou obrigado a ouvir desaforos e engoli calado. E sem falar que essa sua noiva e um pé no saco. Rodrigo: noiva? Que noiva Bruno? Eu: oxe, a Débora me disse que é sua noiva, que vai me demitir assim que se tornar uma Toledo e Silva. O Rodrigo deu uma gargalhada tão alta que eu fiquei assustado. Rodrigo: rapaz ela não é nada minha , tivemos um caso de um 15 dias apenas isso, só sexo. Olhei pra ele com cara de nojo. Ele me disse que ela foi pedi a minha demissão, ele disse que não daria nada a mim que eu era um excelente secretário, não tenho nem um dia e já sou ótimo viu. Rodrigo: vamos , vou pra reunião. Acompanhei ele até a reunião, que foi muito importante, ele ouvia todos e a decisão final era dele. Ele foi pra sala dele e eu fui arquivar a ata da reunião. Meio dia ele me interfonou e a disse que já sairemos pra almoçar. Eu pensando que era brincadeira dele. Ele sai da sala com.seu terno alinhado, e aquele volume em evidência, eu fui olhando ele dá cabeça aos pés, bem lentamente. Rodrigo: gostou do que tá vendo? Um sim é serei seu Bruno.  Eu fiquei com toda certeza, sem graça. Eu: vai sonhando que serei mais um na sua lista de coleções. Não serei eu a ir pra cama com meu chefe, se vc não tá acostumado com a palavra não, hoje eu tô lhe dando um NÃO.  E espero que nesse almoço, o senhor se comporte, ou eu mesmo rancarei seus dedinhos e de quebra seu pênis.  Rodrigo pós a mão sobre seu sexo, como se sentisse dor. Seguimos pro elevador e quando chegamos ao saguão, todos me olhavam, uns com olhar de lá vai a p**a nova do chefe, outro de espanto, e alguns sorrisos Seguimos pro seu carro. Ele me levou a um restaurante finíssimo, só água de lá era metade do meu salário. Fomos bem recebidos, uma moça veio nos receber e nos mostrar a mesa reservada. Rodrigo: o que deseja comer? Eu: olhando o cardápio, eu quero uma massa folhada, com camarão e aspargos. Rodrigo: uma boa pedida. O garçom veio anotou nossos pedidos trouxe duas taças de vinho.  E ali começamos a conversar. Rodrigo: Bruno, qual cidade vc é porque veio embora pra capital? Eu: eu sou de Ipiaú, e vim morar aqui por que meu pai me pôs pra fora , por ser gay, e no mesmo dia sai da minha cidade é nunca mais voltei. Rodrigo: nossa que barra heim, e não sente falta deles, você tem irmãos?  Eu: sentir eu sinto, mais se não sou bem vindo por que eu iria lá? Tenho sim e eles não são tão meus irmãos sabe, apenas nos falamos quando eles querem me responder. Rodrigo: nossa, mais tudo dara certo. Bruno, aceitar sair comigo esse final de semana? Eu: Não Rodrigo: costuma ser tão direto assim? Eu:. Sempre fui assim sincero, mesmo que magoe, eu prefiro a verdade. Sem falar que não quero ser prêmio de lista de ninguém. Os pedidos chegaram, e ele me olhava de esguia, e eu fingia que não era comigo. Terminamos o almoço e seguimos pra empresa. Senti um impacto quando tava na cozinha e senti meu corpo beijar a parede. Débora: eu te avisei pra sair do meu caminho, eu não quero você com Rodrigo, eu vou acabar com sua raça. Eu: me solta sua louca, juro que minha vontade é meter a mão na sua cara. Débora:  vai sonhando, você vai pedir demissão ou vc sofrera aqui viado. Eu:  sonhe vc que não vou sair. Ela me largou e saio como chegou do nada. Ali eu pude entender que não era Rodrigo que era o cão com seus funcionários e sim a Débora que os ameaçava, mais comigo ela ia se lascar. Durante a tarde eu e Rodrigo não nos encontrarmos, pois eu fui pra outro bairro fazer um vistoria de material.  Umas sete da noite cheguei em casa, nossa eu não sabia que sentiria saudades de casa. Lar doce lar. Renata: e aí viado, como foi lá o primeiro dia? Eu: mulher do céu imagina ai que dia de cão, tenho uma louca na minha cola, um patrão que me quer na cama pra me fuder pelas próximos meses, e uma amiga muito fofa chamada Amanda que tá me ensinando muito. Mateus: p*****a que bafo e esse do patrão?  Eu:. De tudo que falei vc só ouviu , sobre o meu patrão Mateus p**a do computador. Mateus:  a me poupe ne , um homem daquele, meu bem, até a p*****a da Renata queria. Renata: pelo amor de Deus me larguem heim. Narrei tudo aos meus amigos, o jantar hoje era feito por Mateus, cada dia da semana, um desconto fazia o jantar era uma regra na irmandade. Na irmandade nunca escondi anos nada um do outro, e sempre escutávamos o problema dos outros, dávamos nossa opinião é o dono do problema tomava sua decisão. Eu passei uma semana de cão. A Débora não me dava uma trégua, e esses dias o Rodrigo estava insuportável, creio que era faltá de uma f**a , porque ele tava um filho da p**a. Sábado a noite e cá estou eu e meus fiéis escudeiros assistindo um filme, pois não iríamos sair . Meu celular toca e quando olho o visor ele mesmo meu povo Rodrigo Toledo e Silva. Eu: alô Rodrigo: boa noite meu secretário, o mais belo. Eu: diga senhor Rodrigo, a que devo a honra? Rodrigo: Bruno amanhã vamos , viajar a noite, tenho uma reunião importante em São Paulo, e por favor faca as reservas,das passagens e do hotel, caso quiser pode ficar no mesmo quarto que eu meu. Eu: entendi senhor ,farei as reservas, mais não conte em dormir no mesmo quarto que eu. Rodrigo: sem o senhor por favor, ficaremos dois dias lá. O material da reunião eu já peguei hoje na empresa.  Eu: ok Rodrigo. Amanhã te espero no aeroporto. Rodrigo: nada disso, eu passarei e te pegarei em casa. Eu: posso muito bem ir só, pra o aeroporto. Rodrigo: nada disso amanhã te pego aí. Me manda uma mensagem, pra confirmar o horário do voo.  Assim que ele desligou fui comprar as passagens aéreas, fiz reserva de hotel e ainda coloquei ele num andar diferente do meu. Mateus:prevejo que alguém aqui vai perder o selo. Renata: até que enfim, coitado do Rodrigo, vai usar uma brocadeira. Eu: brocadeira e selo e o que vou dar na cara dos dois, 30 tapas na cara de cada um Renata/Mateus: violenta Domingo e um saco, acordei cedo pra organizar minha bolsa de viagem. Consultei a meteorologia de sp pelos próximos dias. Tinha comprado a passagem, pra às sete da noite, as seis Rodrigo veio me buscar e seguimos pro aeroporto, ele nem tentou nada. Estava no w******p conversando com meus amigos, só ouvindo bobeira deles, até foto de uma tuneladora mandaram se referendo a minha virgindade. Se eu tava desesperado pra perde a virgindade? Não eu não tava. Eu quero perder lá com alguém que me ame, que eu ame também, que me faca despertar todos dias pensando nele. Rodrigo: no que tanto pensa Bruno? Eu:  nada demais. Nosso voo foi chamado e. Seguimos ao avião. Levamos cerca de uma hora e trinta mim pra chegar em sp. Um carro já estava disponível nos esperando. Chegamos ao hotel, quando ele descobriu que eu tava em um andar e ele em outro. Ele me deu uma olhada mortal, que me sentir nu. Segui pro meu quarto e Rodrigo não mandou mensagem nenhuma pra mim. Já ia dar umas 22:40 e nada dele. Pedi meu jantar no quarto, depois desci pra tomar um ar e ver o movimento da rua. Passei no barzinho pedi um suco de cupuaçu com leite que eu amooo. Tava entretido ,vendo o whats no bar, quando Rodrigo chega. Rodrigo: cansou de ficar no quarto? Eu: estava organizando a sua reunião de amanhã. Fiquei ali conversando com ele, ele e contou muitas histórias da faculdade, falou sobre sua mãe , disse que ela iria me adorar. Mais houve um momento que o brilho nos olhos dela é o sorriso morreram, não quis ser indelicado e perguntar o que foi. Mais deixei o silêncio ,pra o mesmo Contar se quiser de forma própria. E Rodrigo: um dia te conto sobre essa parte n***a da minha vida. E te apresento o Pedro. Eu: tudo bem Rodrigo, tá tarde vou me recolher. Rodrigo: te acompanho. Eu: não precisa , eu sei o caminho. Rodrigo: deixa de ser marrento, posso ser alguém ao menos cordial? Eu: Rodrigo eu te avisei,que eu não serei mais um na sua lista de contato. Eu não vou me prestar a papel desse. Você precisa entender que nem todos, vão cair na sua lábia. E ali eu fui interrompido com o seus lábios, sim ele me beijou e eu correspondido aquele beijo. Era como se meu coração aquecesse, naqueles lábios, acabamos ficando sem ar eu tentei falar algo mais minha voz não saia. Ele pois o indicador nos meus lábios e saiu, me deixando ali naquela guerra intensa entre minha razão é meu coração.. Entrei no quarto e  não consegui mais dormir pensando no beijo. Pensando em como seria de agora em diante. Acabei adormecendo. Acordei me arrumei pra reunião, nos encontramos no café da manhã e ele me olhava, com cuidado. Rodrigo: bom dia Bruno dormiu bem? Eu: sim e você dormiu?  Rodrigo: como um anjo. Terminamos nosso café, e seguimos pro carro. Eu:  Rodrigo eu queria que você Mais fui silenciado com sua voz Rodrigo:  não se preocupe aquele beijo não significou nada pra mim. Naquele momento , sentir uma vontade imensa de chorar, coloquei meus sentimentos de lado e fiz questão de ficar em silêncio. Eu:  Rodrigo, a pauta da reunião está aqui. Rodrigo: ah obrigado Bruno. Enquanto a reunião rolava eu estava pensando na maneira como ele me falou tão seco, que o beijo não significou nada. Enquanto eu não esquecia dos seus lábios macios sobre o meu, toque do seus dedos em minha cintura. Aproveitei que a reunião tava no início e mandei mensagem no grupo da irmandade. WhatsApp on Irmandade Eu:  gente to m*l, o Rodrigo me beijou ontem e hoje fui comentar sobre o beijo e ele me disse que o beijo não significou nada, e eu passei a noite pensando beijo e hoje também quero chorar tanto pelas palavras seca dele. Renata:  viadoooooooo que homem escroto é esse heim, não fica assim amor . Mateus: amigo não se doa assim não, você mesmo falou que ele te quer apenas como mais um na lista. Eu:  eu sei gente, mais é que eu acho que tô gostando dele né , não paro de pensar no beijo. Mateus: eita que o caso é mais grave Renata. Renata:  oh maninha , tenha calma e saiba que estamos ao seu lado. Tente conquistar ele. Mateus:. Aí gente o que seria da minha pessoa sem vocês, operação conquistar o coração de gelo . Eu:  obrigado amores, quando chegar vamos conversar mais. Whatsapp off   A reunião acabou ali perto do meio dia e eu estava azul de fome. Rodrigo saiu sorrindo com um loira alta, muito linda por sinal. Rodrigo:. Bruno, essa aqui é a Marcela, minha amiga é uma das diretoras da empresa. Eu:  satisfação, em conhece lá. Marcela:  todo meu querido. Rodrigo:  Bruno eu vou almoçar com a Marcela, você pode ir pro hotel, descansar nossa próxima reunião é amanhã pela manhã, aproveita e vê nossas passagens de ida pra salvador, quarta pode tirar folga. Já chamei um táxi pra você. Eu naquele momento tomei banho de água fria. Senti lá no fundo um pouco de ciúmes, e aquilo tava processando na minha cabeça. Eles seguiram rumo a porta e saíram e eu ali não segurei mais , minhas lágrimas caiam queimando meu rosto. O táxi logo chegou e entrei chorando desabafando em lágrimas minhas dor. Não é possível eu me apaixonar pelo meu chefe.  Eu acho que o senhor ficou com tanta pena que puxou assunto. Senhor: porque choras meu jovem? Eu:  nada demais senhor, coisas do coração. Eu acho que me apaixonei pela pessoa errada. Senhor: essa missão é sua de torná-lo apaixonado por você. A vida é uma só e lágrimas não fará nada meu jovem. Se realmente quer esse amor lute, corra atrás, faça a pessoa te desejar. Eu:   não sei como, não tenho experiência nisso. Senhor:  na vida tudo ha uma primeira vez, quando vc soltar seu poder de sedução verás que é capaz de muita coisa inclusive ter essa pessoa aos seus pés. Chegamos meu jovem.  Paguei e desci do carro, se tava com fome? Sim é muita , posso está triste mais comida e comida, taurino né meu povo. Me alimentei e fui pro meu quarto, fiz meu serviço, e fiquei pensando na palavras do senhor taxista. Não sai mais do quarto, acabei dormindo e acordei no outro dia   Me arrumei e tomei café e fui antes que Rodrigo pra outra reunião, organizei toda papelada. E aguardei sua chegada. Não demorou muito e chegou ele em um terno totalmente alinhado, desenhando aquele volume aquele cabelo de lado. Rodrigo:   bom dia Bruno, porque você não me esperou? Eu:  bom dia, eu não esperei porque vim na frente, organizar a papelada e encadernar o portfólio da sua apresentação. Rodrigo:  entendo, mais poderia ter me esperado, preciso de contar tive uma tarde e uma noite daquelas meu irmão. Eu:  poupe me dos detalhes sortidos, por favor ( fiz cara de nojo e ele fechou a cara) A reunião foi ótima ele conseguiu novos clientes.  Não o esperei, voltei pro hotel sozinho, arrumei minhas malas, comprei as passagens pra 5 da tarde, e em assentos longe um do outro. Coisa que ele não ficou feliz. Ele insistiu em me levar em casa mais deixei ele falando sozinho e peguei meu belo ônibus pra casa.  Em casa cheguei e meu amigos já estavam lá , aí sim eu derramei minhas lágrimas, contei tudo a eles. E eles me deram o mesmo conselho do taxista. Então se é pra conquistar o homem que eu amo, tá na hora de entrar na guerra e fazer ele provar o próprio veneno. Agora o bicho vai pegar.. Será que Bruno vai domar o velho Rodrigo? Aguarde que breve vamos ficar sabendo, por que tô morta de curiosa. Att bjus.
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