O homem barbudo segurou Lívia no chão. Ergueu o rosto para o líder que verificava a situação do chefe. — Senhor Bianchi, acorde! — Segurou-lhe o punho e verificou a pulsação. De repente, as pálpebras se abriram. Enrico despertou e, abruptamente, agarrou o braço do homem torcendo-o. Levantou-se e num único movimento passou o braço em torno do pescoço do homem pressionando com força. — Sou eu, chefe! — O homem gaguejou em desespero. — Por que vieram tão tarde? — Enrico inquiriu rudemente ao aliviar a pressão que fazia contra o pescoço do homem — Eu quase morri nessa merda e vocês nem mesmo apareceram para me ajudar! Enrico torcia o braço do homem contra as costas por alguns segundos antes de diminuir a dor para que ele pudesse responder. — Não foi tão fácil encontrar o seu paradeiro

