Capítulo 85 GT NARRANDO A dor latejava em cada parte do meu corpo. Tentei me mexer na cama, mas foi um erro. Um gemido escapou dos meus lábios quando a costela protestou contra o movimento. O meu rosto tava quente, queimando, cortado. Caxeta pode ter se fodidö, mas eu também não saí ileso. O gosto amargo de sangue na boca já era algo que eu tinha me acostumado nos últimos dias. Cada respiração era uma punhalada nas costelas, e o corpo inteiro doía. Eu tô todo arrebentado, jogado na cama do meu tio Coiote, tentando processar tudo que aconteceu. O cheiro forte de cigarro invadiu as minhas narinas antes mesmo da voz do meu tio encher o quarto. Coiote — Tu se superou dessa vez, moleque. Tu sabe que errou feio, né? Filho da putä! Levantei o olhar, encontrando a expressão fechada do meu t

