Capítulo 11 AYLA NARRANDO Já tava começando a sentir o efeito da parada bater. Meu corpo leve, minha mente solta ... mas eu sabia que não podia vacilar muito. Ainda tinha que manter um olho na Maya, porque se alguém tentasse alguma coisa com ela, ia dar merdä pra geral. Encostei num canto da pista, ainda longe dela, e fiquei olhando o movimento. Meu celular vibrou no bolso, era o Caxeta. [Caxeta ⚠️] — Tô tentando sair daqui, me dá uns minutos. [Ayla ⚠️] — Tu tá de maromba nessa, porrä. Se não for hoje, nunca mais te ajudo com nada. Tá de sacanägem! Deixei o celular no bolso e respirei fundo. Eu sabia que ele ia vir. Ele sempre vinha. O problema era quanto tempo isso ia levar, porque a Maya sozinha era tipo um alvo brilhando no meio de um tiroteio e eu tava começando sentir subir

