Luna narrando capítulo 43 cont... A mão que tava na minha boca deslizou pra minha nuca, firme, me puxando pra ele, e eu quase tropecei no meu próprio pe. O corpo dele encostou no meu como se quisesse me colar encaixada, escondida dentro dele. O calor que subiu pelas minhas pernas foi tão rápido que eu senti a respiração falhar. Eu devia empurrar ele. Devia falar pra parar. Devia lembrar que o Mano G tava a três passos de distância, que a tia Joyce tinha o dom sobrenatural de aparecer do nada, que se qualquer porta abrisse agora o caos vinha junto. Mas nada disso funcionou. Nem um pensamento ficou em pé quando a boca dele invadiu a minha. O beijo dele e quente, tão quente que parecia que tirava o ar do quarto inteiro. A língua dele encontrou a minha com um ritmo lento primeiro… como se

