O fim de semana, na cidade do Theo, me energizou de uma forma, que a tensão da revelação que sairei da escola no fim do ano letivo quase não me atormentou. Eu estou adiando ao máximo conversar com o Sr. Manoel e explicar que meu novo rumo na área pedagógica não está entrelaçado ao Evolução. No início, trabalhar no Evolução era um martírio, mas aos poucos eu fui me desligando das diversas memórias negativas e fui criando experiências que me orgulham como pessoa e profissional. Olhando cada espaço desta escola, eu ainda consigo me lembrar do meu tempo como aluna, mas as memórias como coordenadora têm muito mais força e, confesso, eu aprendi a gostar daqui. Hoje é o dia da feira cultural e os alunos estão em êxtase. Nossa inscrição está confirmada no megaevento que levará a escola ao topo
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