Capítulo 37

1136 Palavras

GEORGE — Desculpe-me, Joana. Se isso não for possível ou se te deixar constrangida, entendo perfeitamente. É só que... confio em você e aprecio a sua dedicação ao trabalho — Minha voz acaba saindo rouca. Joana engole em seco, ela não pode dizer não para mim por causa do seu chefe, sei perfeitamente isso. Por isso tento ser mais compreensivo na frente de outros funcionários para não prejudicá-la, mas sua expressão ainda demonstra tensão. Fico um pouco desconfortável por ter colocado-a nessa situação. — Entendo perfeitamente, senhor Gaarder. Sou especializada em massagem também. Um sorriso se forma em meu rosto, vitorioso e até mesmo malicioso, enquanto aprecio a ideia de ter conseguido o que queria mesmo não a obrigado. — Bom, nesse caso, tenho certeza de que serei muito bem cuidado.

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