GEORGE Após desfrutar do prazer e luxuria, nossos corpos estão suados e cansados, abracei-a sentindo o cheiro adocicado do seu shampoo. Deitados na cama, minhas mãos deslizavam suavemente pelo corpo da Deusa enquanto meus olhos contemplavam os seus. Percebo um leve desconforto em seu olhar, um indício de que algo a está incomodando. A curiosidade toma conta de mim e, com uma voz suave, pergunto: — Tem algo a me dizer, Deusa? Seus lábios hesitam por um momento antes de ela responder: — São coisas pessoais demais. Minha determinação não vacila. Apegado ao desejo de fazê-la feliz, afirmo com confiança: —Eu posso fazer qualquer coisa por você, Deusa. Ela parece incerta, e suas palavras refletem a batalha interna que trava consigo mesma: — Não sei se posso. Meus dedos tocam suaveme

